Pesquisar este blog
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
OSCAR 2010 - MELHOR FIGURINO
Bright-starNuma passagem central de “A Jovem Rainha Vitória” um longo travelling mostra Emily Blunt no papel de Vitória, entrando no recinto do Conselho para a sua primeira aparição como rainha. A câmera a segue, filmando a sala por cima do ombro da monarca e caminhando em direção a um imenso espelho no fundo da sala. Quando ela para, de costas para o espelho, a câmara passa na frente dele e, mesmo assim, não a vemos. A cena pode ser vista como referência à célebre tomada em que Richard Leacock filmou John Kennedy subindo a um palco em “Primárias” (1960) – um dos documentários seminais do cinema direto. É como se o diretor Jean-Marc Vallée nos dissesse: “estamos fazendo um filme de ficção, mas a proposta aqui é apenas reproduzir o fato histórico, sem tentar qualquer interpretação sobre ele”. De fato, o parentesco cinematográfico mais íntimo de “A Jovem Rainha Vitória” é com “A Tomada do Poder por Luis XIV”, filme que Roberto Rosselini fez em 1966 e que só agora é lançado em sua versão original no Brasil (em DVD pela Versátil). A TV Cultura mostrou várias vezes uma cópia em branco e preto, por que o título foi produzido para a televisão italiana, numa época em que nem todas as emissoras transmitiam a cores. Além isso, os aparelhos coloridos de TV eram naquele tempo um luxo que só a elite podia pagar. Ao lado de “A Batalha de Culloden” (1964) do inglês Peter Watkins, “A Tomada do Poder por Luis XIV” de Rosselini foi obra fundadora do “docudrama” – uma palavra cunhada pelo próprio Watkins.
Fonte: http://programacinemafalado.blogspot.com/
A protagonista do filme é a modelo ruiva conhecida no mundo fashion: Lily Cole. O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus
The Young Victoria
Nine
Coco ChanelSem nenhuma novidade, foram apresentados nesta terça-feira (2), em Los Angeles, os indicados ao Oscar 2010. "Avatar", como era de se esperar, concorre nas principais categorias e deve faturar a estatueta de Melhor Filme do ano. O filme de James Cameron recebeu nove indicações, se tornando concorrente direto de “Guerra ao Terror”, que também aparece em nove categorias.
A grande novidade este ano é o número de indicados na categoria principal, de Melhor Filme: são 10 produções, ao invés e cinco. “Guerra ao Terror”, de Kathryn Bigelow, ex-esposa de James Cameron é também considerado forte concorrente, assim como “Amor Sem Escalas”, que traz George Clooney no elenco.
Na lista de Melhor Atriz, Meryl Streep, claro, ganhou um lugar por “Julie & Julia”. Mas críticos de cinema acreditam que a grande vencedora será Sandra Bullock, que já faturou o Globo de Ouro por “O Lado Cego”. Sobre a lista de Melhor Ator, a estatueta é disputada por Jeff Bridges, Morgan Freeman, George Clooney, Colin Firth e Jeremy Renner.
A atriz Anne Hathaway e Tom Sherak, presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, foram os responsáveis por apresentar os indicados. A festa de entrega dos prêmios está marcada para 7 de março.
Confira a lista das principais categorias abaixo:
Melhor Filme "Avatar", de James Cameron, "O Lado Cego", de John Lee Hancock,
"Distrito 9", de Neill Blomkamp, "Educação", de Lone Scherfig, "Guerra ao Terror", de Kathryn Bigleow, "Bastardos Inglórios", de Quentin Tarantino, "Preciosa - Uma História de Esperança", de Lee Daniels, Um Homem Sério", de Ethan e Joel Coen,
"Up – Altas Aventuras", de Pete Docter e Bob Peterson, "Amor Sem Escalas", de Jason Reitman
Melhor Animação : “Coraline”, “O Fantástico Sr. Raposo”, “A Princesa e o Sapo”,
“O Segredo de Kells”, Up – Altas Aventuras”
Melhor Direção de Arte: Rick Carter, Robert Stromberg, Kim Sinclair ("Avatar"), Dave Warren, Anastasia Masaro, Caroline Smith ("O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus"), John Myhre, Gordon Sim ("Nine"), Sarah Greenwood, Katie Spencer ("Sherlock Holmes"), Patrice Vermette, Maggie Gray ("The Young Victoria")
Melhor Fotografia: Mauro Fiore ("Avatar"), Bruno Delbonnel ("Harry Potter e o Enigma do Príncipe"), Barry Ackroyd ("Guerra ao Terror"), Robert Richardson ("Bastardos Inglórios"), Christian Berger ("A Fita Branca"),
Melhor Figurino:
Janet Patterson
(Oscar e Lucinda – 1998, Retrato de uma jovem – 1997 e O Piano – 1994)
Catherine Leterrier
( na lista de concorrentes do prêmio inglês BAFTA, do prêmio da Associação de Figurinistas e do César, na França)
Monique Prudhomme
(Dr. Parnassus já derrotou Chèri, Nine, A jovem Victoria e Chi Bi no prêmio da imprensa (Sattelitte) distribuído em dezembro/2009), ela também assinou o figurino do filme Juno, 2006.
Colleen Atwood
(O figurino de Sweeney Todd concorreu ao Oscar em 2008 e em 2006, Atwood ganhou por Memórias de uma Gueixa)
Ganhador: Sandy Powell
Editorial produzido pelas alunas da FMU- moda, na disciplina Produção de Moda III - TCC - Spectrum
Confira o ensaio exclusivo de Daniel Malva para L´Officiel Brasil
Por Bira VenezianeO clima gótico tem um apelo 90´s, refletindo a atual tendência que toma conta das passarelas e semanas de moda ao redor do mundo. Ombros estruturados, formas geométricas, gola alta e muito preto remetem a estação que se avizinha.
Malva clicou a bela Ingrid Ruiz (Joy) usando criações das alunas da FMU- DA GRADUAÇÃO DE CRIAÇAO: de Ana Paula Moraes e Elaine Cristina dos Anjos. Quem assina a beleza marcante – à la Theda Bara, diva do cinema mudo – é o beauty artist Alessandro Tierni.
http://lofficielbrasil.uol.com.br/moda/lofficiel_brasil_ensaio_spectrum_daniel_malva_janeiro_2010.html
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Urbi et Orbi – Para a cidade e para o mundo - EXPOSIÇÃO

Abertura: 25 de janeiro, 20h
Palestra seguida de visita guiada com Hugo Fortes às 19h
Performance Trajetos de Síssi Fonseca a partir das 20h
Visitação: 26 de janeiro a 04 de abril de 2010.
Curadoria: Hugo Fortes e assistência de Síssi Fonseca
A exposição Urbi et Orbi - Para a cidade e para o mundo é composta por 12 vídeos - brasileiros e estrangeiros - que se focam no olhar revelador do artista contemporâneo, um grande observador em constante mobilidade geográfica à procura de novos modos de ver e sentir.
Os vídeos descrevem os processos de deslocamento dos indivíduos no ambiente globalizado e transnacional da atualidade. Artistas de nacionalidades diversas usam cidades de vários países (Alemanha, Brasil, Colômbia, França, Japão e Índia) como ponto de partida para discutir a diluição de fronteiras temporais e espaciais que o mundo atual experimenta.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Ingmar Bergman -joga xadrez com Herchcovitch
eu lembrei de um cartaz que tenho comigo...aqui, parece mais a inspiração do make...

“O Sétimo Selo” por Herchcovitch
Uma das obras primas de Bergman reflete questionamentos religiosos do diretor. De 1956, O Sétimo Selo é baseado na peça O Retábulo da Peste que Ingmar Bergman escreveu para seus alunos da Escola de Teatro de Malmö. E li o texto e estudei na Escola de teatro da Bahia. Eu sou fã de Bergman!!!


"- O senhor - respondi - falou da vontade. Nos contos de Mabinogion, dois reis jogam xadrez no alto de uma colina, enquanto embaixo seus guerreiros combatem. Um dos reis ganha a partida; um cavaleiro chega com a notícia de que o exército do outro foi vencido. A batalha de homens era o reflexo da batalha do tabuleiro.
- Ah, uma operação mágica - disse Zimmermann.
Respondi-lhe:
- Ou a manifestação de uma vontade em dois campos diferentes."
Uma das obras primas de Bergman reflete questionamentos religiosos do diretor. De 1956, O Sétimo Selo é baseado na peça O Retábulo da Peste que Ingmar Bergman escreveu para seus alunos da Escola de Teatro de MalmöGuayaquil, de Jorge Luis Borges, in Obras Completas, volume 02, pág 475
Alexandre faz um execelente desfile, inspirado numa obra atemporal , não é apenas um belo trabalho de estilista, criando, pesquisando e executado as roupas, mas ele consegue articular os diversos temas na imagem de passarela, das questões que mais pertubam o homem. Deus existe? Para onde vamos? O filme retrata o medo do juízo final na Idade Média, o adultério, a hipocrisia da Igreja Católica, a peste negra, além de outros temas de maneira cômica e despretensiosa,com a inteligência de Bergman. Alexandre se junta ao diretor para resgatar os temas que sempre pontuaram a sua carreira. Boas conquistas!!!

Diretor de desfile: Roberta Marzolla
Produtor executivo: Alexandre Herchcovitch Stylist: Maurício Ianês
Make up & hair: Celso Kamura
Trilha sonora: Max Blum

Aproveite e olhe as caveiras de ALEXANDER McQUEEN MEN'S FW 2010 FULL SHOW

“O Sétimo Selo” por Herchcovitch
Uma das obras primas de Bergman reflete questionamentos religiosos do diretor. De 1956, O Sétimo Selo é baseado na peça O Retábulo da Peste que Ingmar Bergman escreveu para seus alunos da Escola de Teatro de Malmö. E li o texto e estudei na Escola de teatro da Bahia. Eu sou fã de Bergman!!!


"- O senhor - respondi - falou da vontade. Nos contos de Mabinogion, dois reis jogam xadrez no alto de uma colina, enquanto embaixo seus guerreiros combatem. Um dos reis ganha a partida; um cavaleiro chega com a notícia de que o exército do outro foi vencido. A batalha de homens era o reflexo da batalha do tabuleiro.
- Ah, uma operação mágica - disse Zimmermann.
Respondi-lhe:
- Ou a manifestação de uma vontade em dois campos diferentes."
Uma das obras primas de Bergman reflete questionamentos religiosos do diretor. De 1956, O Sétimo Selo é baseado na peça O Retábulo da Peste que Ingmar Bergman escreveu para seus alunos da Escola de Teatro de MalmöGuayaquil, de Jorge Luis Borges, in Obras Completas, volume 02, pág 475
Alexandre faz um execelente desfile, inspirado numa obra atemporal , não é apenas um belo trabalho de estilista, criando, pesquisando e executado as roupas, mas ele consegue articular os diversos temas na imagem de passarela, das questões que mais pertubam o homem. Deus existe? Para onde vamos? O filme retrata o medo do juízo final na Idade Média, o adultério, a hipocrisia da Igreja Católica, a peste negra, além de outros temas de maneira cômica e despretensiosa,com a inteligência de Bergman. Alexandre se junta ao diretor para resgatar os temas que sempre pontuaram a sua carreira. Boas conquistas!!!

Diretor de desfile: Roberta Marzolla
Produtor executivo: Alexandre Herchcovitch Stylist: Maurício Ianês
Make up & hair: Celso Kamura
Trilha sonora: Max Blum

Aproveite e olhe as caveiras de ALEXANDER McQUEEN MEN'S FW 2010 FULL SHOW
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
CHÉRI - 22 de janeiro de 2010 - nos cinemas

PATHE FILMS e CALIFORNIA FILMES
Apresentam: MICHELLE PFEIFFER em CHÉRI
Situado na exuberante Paris antes da Primeira Guerra Mundial, CHÉRI conta a história da relação amorosa entre a linda cortesã aposentada Léa (Michelle Pfeiffer) e Chéri (Rupert Friend), filho de sua antiga companheira de profissão e rival, Madame Peloux (Kathy Bates).Léa educa o imaturo e mimado garoto nas artes do amor, mas depois de seis anos Madame Peloux planeja secretamente um casamento entre Chéri e Edmée (Felicity Jones), filha de outra rica cortesã, Marie Laure (Iben Hjejle).
Enquanto o inevitável momento de separação se aproxima, Léa e Chéri tentam se acostumar com a idéia, mas a vida de prazer e alegria dos dois é mais profunda do que eles imaginavam e, tardiamente, o casal percebe o quanto um é importante para o outro.
Alma!
Written and Directed by: Rodrigo Blaas
Produced by: Cecile Hokes
Music: Mastretta
Art Director: Alfonso Blaas
Lighting Supervisor: Jonatan Catalán
Character Technical Supervisor: Jaime Maestro
Character Design: Bolhem Bouchiba, Carlos Grangel,
Sergio Pablos, Santi Agustí
Animation: Daniel Peixe, ManueBover, Remi Hueso
Sound Design: Tom Myers and David Hughes
Post Production Coordinator: David Heras
Special Thanks: Keytoon, Next Limit, UserT38
Full credits: almashortfilm.com
Produced by: Cecile Hokes
Music: Mastretta
Art Director: Alfonso Blaas
Lighting Supervisor: Jonatan Catalán
Character Technical Supervisor: Jaime Maestro
Character Design: Bolhem Bouchiba, Carlos Grangel,
Sergio Pablos, Santi Agustí
Animation: Daniel Peixe, ManueBover, Remi Hueso
Sound Design: Tom Myers and David Hughes
Post Production Coordinator: David Heras
Special Thanks: Keytoon, Next Limit, UserT38
Full credits: almashortfilm.com
Alma from Rodrigo Blaas on Vimeo.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Cavalera Desfile "Bonequinha de Luxo" - SPFW Inverno 2003
Cavalera Desfile "Bonequinha de Luxo" - SPFW Inverno 2003 - mytrace
Desfile da Cavalera na 14ª Edição do SPFW. A cenografia pelo Marcelo Rosenbaum, a trilha oi feita pelas Esquisitinhas.com, o styling foi do César Fassina, e o cabelo e o make foram do Carrasco. Participação mais do que especial da Pantera Cor de Rosa.
Desfile da Cavalera na 14ª Edição do SPFW. A cenografia pelo Marcelo Rosenbaum, a trilha oi feita pelas Esquisitinhas.com, o styling foi do César Fassina, e o cabelo e o make foram do Carrasco. Participação mais do que especial da Pantera Cor de Rosa.
Vídeo de thaislosso
INDICAÇÕES DE FILMES QUE RETRATAM O UNIVERSO DA MODA
La Belle NoiseuseDerek Zoolander (Ben Stiller) é um supermodelo egocêntrico em crise, já que perdeu recentemente o posto de número 1 na classificação dos modelos para seu rival Hansel (Owen Wilson). Deprimido, ele busca auxílio com Jacobim Mugatu (Will Ferrell), seu "papa" no mundo da moda, que tem outros planos para Zoolander. Juntamente com uma falsa agente da CIA, Mugatu realiza uma lavagem cerebral em Zoolander, a fim de transformá-lo em um assassino frio e burro ao seu dispor. O plano de Mugatu é enviar Zoolander para assassinar o Presidente da Malásia quando este estiver em sua visita a Nova York, pois com ele morto Mugaru poderá explorar o trabalho infantil no país, o que resultará em custos mais baixos para sua confecção de roupas. Até que Matilda Jeffries (Christine Taylor), uma jornalista da Time Magazine, desconfia dos planos de Mugaru e decide por evitar que Zoolander complete sua missão.
MULHERES - O SEXO FORTE - Mary Haines é uma designer de moda que tem tudo, uma bela casa de campo, um rico marido, uma adorável filha e uma carreira criando desenhos para a venerável companhia de roupas de seu pai. Sua melhor amiga Sylvie Fowler tem outra vida invejável, uma editora feliz e solteira de uma proeminente revista de moda, possuidora de um enorme closet com roupas de griffe e uma venerada opinião sobre o gosto e o estilo da vanguarda nova-iorquina. Mas quando o marido de Mary tem um caso com a quente e bela Crystal Allen, o seu mundo desmorona.
BALADAS EM NYMary (Parker Posey) é uma jovem alegre e desmiolada, que adora aproveitar seu apartamento em Nova York e seu guarda-roupa repleto do que há de mais atual no mundo da moda. Porém, após uma festinha ilegal em seu apartamento, ela é levada à delegacia. Para sair da prisão ela conta com a ajuda de sua madrinha Judy Lindendorf (Sasha von Scherler), que lhe empresta o dinheiro da fiança. Precisando pagar a dívida, Mary precisa fazer algo que odeia: arranjar um emprego.
UM CASO MEIO INCOMUM - Eleanor (Bernadette Peters) é uma designer de chapéus que não consegue ter seu trabalho reconhecido e está sempre sem dinheiro. Na vida particular não é diferente, pois apesar de adorar Stash (Adam Coleman Howard), seu namorado, Eleanor sente-se humilhada por ele o tempo todo. A relação acaba quando ela tem certeza que Stash a está traindo com Daria (Madeleine Potter), mas a vida dela muda também profissionalmente quando conhece Wilfredo (Steve Buscemi), um designer de modas que adora os seus chapéus. Quando eles são usados em um desfile Eleanor prova pela primeira vez o sabor do sucesso.
CINDERELA EM PARIS - Um famoso fotógrafo de modas, Dick Avery (Fred Astaire), trabalha para a Quality Magazine, uma conceituada revista feminina. Dick cumpre as determinações da editora da revista, Maggie Prescott (Kay Thompson), que não está satisfeita com os últimos resultados e tenta encontrar um "novo rosto". Dick o acha em Jo Stockton (Audrey Hepburn), uma balconista de uma livraria no Greenwich Village onde um ensaio fotográfico ocorrera recentemente. Após certa resistência, Maggie aceita Jo como a modelo que irá à Paris para fotografar e ser o símbolo da Quality. Jo só concorda pois lá poderá conhecer Emile Flostre (Michel Auclair), um intelectual cujas idéias ela idolatra. Entretanto, ao chegarem em Paris as coisas não correm como o planejado.
A BELA INTRIGANTE - Em sua casa no campo Edouard Frenhofer (Michel Piccoli), um artista sexagenário, vive uma aposentadoria voluntária. No estúdio há uma pintura inacabada na qual Marianne (Jane Birkin), sua esposa, foi o modelo, encostada na parede como uma censura da paixão que morreu entre eles. O casamento não foi rompido, mas é uma relação de compreensão e não de desejo. Um dia um fotógrafo leva Liz (Emmanuele Béart), sua namorada, para conhecer Edouard e Marianne. Algo acontece, pois o artista decide retomar o trabalhado terminando uma pintura que está parada há 10 anos. A obra inacabada é "A Bela Intrigante", que foi inspirado em Catherine Lescault, uma cortesã do século XVII. Ele decide usar como modelo Liz, que acaba de conhecer, mas faz o convite através do namorado dela, que concorda sem consultá-la. Quando ela fica sabendo fica irritada, pois teve a sensação que venderam seu corpo. Além disto teria de posar nua, assim fala ao seu namorado que não irá. Entretanto no dia seguinte Liz vai até a casa do pintor e os dois começam a trabalhar. Tentando fazer um bela obra, ele coloca Liz em posições bastantes incômodas, um tratamento quase sádico em um processo criativo que parece interminável, fazendo Liz detestá-lo. Paralelamente o namorado da jovem passa a se sentir inseguro nesta situação e mesmo Marianne, que sabe que ele é um cavalheiro, não se sente totalmente à vontade nesta situação.
sábado, 2 de janeiro de 2010
A visualidade: Além e aquém das palavras
A visualidade: Além e aquém das palavras
Tomemos as narrativas fílmicas: “A partida” (Okuribito, Dir. Yojiro Takita, Japão, 2008) em cartaz no cinema HSBC; “O ponto vermelho” (DER ROTE PUNKT, Dir. Marie Miyayama, Alemanha, 2008) ainda inédito no circuito comercial, exibido Mostra de Cinema-2009; e “Hanami – Cerejas em flor” (Kirschblüten - Hanami, Dir. Doris Dorrie, Alemanha-França, 2008), em cartaz no espaço Unibanco da rua Augusta. Eles recortam temáticas que se que entrecruzam. Nos três filmes, as pausas suspensas do tempo: a gestualidade e o silêncio valem mais do que as palavras e diálogos. São obras sensíveis e dramáticas que abordam de maneira peculiar os rituais do cotidiano: comer, dormir e viver. Nos três filmes não existe uma preocupação com cortes rápidos, mas o tempo da contemplação, da meditação. As passagens entre a vida e a morte, das diferenças culturais entre o oriente e o ocidente, abordam o tema da família como vinculo afetivo e os casulos do corpo: velho e novo, estático e em movimento.
A amizade, a memória e as recordações redesenhadas no presente, passado e futuro, das passagens do tempo e espaço. Como resgatamos na morte aquilo deixado na vida? Como sentimos a ausência da presença de uma pessoa querida que já morreu? Como desfrutar os momentos essenciais da vida? Relembrando o filme de Bergman, “O sétimo Selo” em que a morte vem dialogar com um cavaleiro medieval jogando uma partida de xadrez. Nos filmes em questão o tema da morte é trabalhado de maneira muito mais complexa e deixa marcas nos corpos e nas almas.
As vestimentas: a materialidade da memória
No filme “A partida”, o morto passa por um ritual de purificação: recebendo o último banho do agente funeral contratado pela família, ele é vestido com suas roupas, seus acessórios, penteado e maquiado na frente de seus parentes, deixando-o com uma boa aparência para ser recebido numa outra dimensão. Já no filme “Hanami – Cerejas em flor”, a relação com as vestimentas também traz a memória afetiva e presentifica metafisicamente a imagem do corpo que está ausente. Como se a roupa pudesse fazer o outro reviver os momentos por sua materialidade: cor, caimento, desgastes, texturas e cheiro do dono. Assim, o personagem Rudi já na terceira idade e com pouco tempo de vida, ao perder a sua companheira, Trudi de um longo casamento, encontra-se sozinho. Os seus filhos cresceram e são egoístas demais para abdicar de suas vidas para cuidar do pai. Em vida, a sua mulher abandonara o sonho de ser dançarina de Buthô em prol do casamento e dos filhos. Lembrei-me do livro que li em 2004: “O Casaco de Marx. Roupas, memória, dor”, de autoria de P. Stallybrass que revela trajetória que o casaco de Karl Marx indo e vindo do corpo de seu dono à loja de penhores é refletida na obra “O Capital”. A memória que o casaco carrega e a relação do seu dono com o mesmo acabaram por gerar reflexões sobre consumo, valor dos bens de consumo e a relação deles com as pessoas.
No filme “Hanami – Cerejas em flor”, o personagem, na ausência de sua mulher vai viver alguns momentos a partir das suas vestimentas cotidianas. Assim dentro de uma pequena mala ele carrega para o Japão todos os pertences que vão corporificar a presença-ausência da esposa morta: fotos, um livro, um colar, um casaco azul, uma saia de bolinhas pretas e um robe de seda. Como se as roupas estivessem impregnadas de suas memórias pessoais e afetivas. Então, ele experimenta as roupas femininas, no seu corpo masculino e vai “mostrando a cidade” às suas roupas, como se um pedaço dela estivesse ali. As roupas vão muito além das palavras, no seu silêncio, transportam todas as nossas narrativas, memórias e afetividades. Assim, a materialidade da memória afetiva está aprisionada nas nossas roupas.

Cerejeiras em flor - Kirschblüten - Hanami
Nome original: Kirschblüten - Hanami
País: Alemanha/2008
Direção: Doris Dörrie
Com: Elmar Wepper, Hannelore Elsner e Aya Irizuki
Duração: 126 minutos
Classificação: 14 anos
Espaço Unibanco Augusta
R. Augusta, 1.470 e 1.475 - Consolação - Centro. Telefone: 3288-6780 (salas 1 a 3) e 3287-5590 (salas 4 e 5).
Aceita os cartões Diners, MasterCard, Visa. Ingresso: R$ 8 a R$ 18 (Sessão Cinéfila: R$ 5. Curta Petrobras às Seis: grátis). Desc. 50% para correntistas e funcionários do Itaú e Unibanco.
Veja também:

A PARTIDA - em cartaz no HSBC
O PONTO VERMELHO
Sites de consulta:
http://www.youtube.com/watch?v=uqiMLQPJUKA
http://www.departures-themovie.com/
http://www.mostra.org/
Tomemos as narrativas fílmicas: “A partida” (Okuribito, Dir. Yojiro Takita, Japão, 2008) em cartaz no cinema HSBC; “O ponto vermelho” (DER ROTE PUNKT, Dir. Marie Miyayama, Alemanha, 2008) ainda inédito no circuito comercial, exibido Mostra de Cinema-2009; e “Hanami – Cerejas em flor” (Kirschblüten - Hanami, Dir. Doris Dorrie, Alemanha-França, 2008), em cartaz no espaço Unibanco da rua Augusta. Eles recortam temáticas que se que entrecruzam. Nos três filmes, as pausas suspensas do tempo: a gestualidade e o silêncio valem mais do que as palavras e diálogos. São obras sensíveis e dramáticas que abordam de maneira peculiar os rituais do cotidiano: comer, dormir e viver. Nos três filmes não existe uma preocupação com cortes rápidos, mas o tempo da contemplação, da meditação. As passagens entre a vida e a morte, das diferenças culturais entre o oriente e o ocidente, abordam o tema da família como vinculo afetivo e os casulos do corpo: velho e novo, estático e em movimento.
A amizade, a memória e as recordações redesenhadas no presente, passado e futuro, das passagens do tempo e espaço. Como resgatamos na morte aquilo deixado na vida? Como sentimos a ausência da presença de uma pessoa querida que já morreu? Como desfrutar os momentos essenciais da vida? Relembrando o filme de Bergman, “O sétimo Selo” em que a morte vem dialogar com um cavaleiro medieval jogando uma partida de xadrez. Nos filmes em questão o tema da morte é trabalhado de maneira muito mais complexa e deixa marcas nos corpos e nas almas.
As vestimentas: a materialidade da memória
No filme “A partida”, o morto passa por um ritual de purificação: recebendo o último banho do agente funeral contratado pela família, ele é vestido com suas roupas, seus acessórios, penteado e maquiado na frente de seus parentes, deixando-o com uma boa aparência para ser recebido numa outra dimensão. Já no filme “Hanami – Cerejas em flor”, a relação com as vestimentas também traz a memória afetiva e presentifica metafisicamente a imagem do corpo que está ausente. Como se a roupa pudesse fazer o outro reviver os momentos por sua materialidade: cor, caimento, desgastes, texturas e cheiro do dono. Assim, o personagem Rudi já na terceira idade e com pouco tempo de vida, ao perder a sua companheira, Trudi de um longo casamento, encontra-se sozinho. Os seus filhos cresceram e são egoístas demais para abdicar de suas vidas para cuidar do pai. Em vida, a sua mulher abandonara o sonho de ser dançarina de Buthô em prol do casamento e dos filhos. Lembrei-me do livro que li em 2004: “O Casaco de Marx. Roupas, memória, dor”, de autoria de P. Stallybrass que revela trajetória que o casaco de Karl Marx indo e vindo do corpo de seu dono à loja de penhores é refletida na obra “O Capital”. A memória que o casaco carrega e a relação do seu dono com o mesmo acabaram por gerar reflexões sobre consumo, valor dos bens de consumo e a relação deles com as pessoas.
No filme “Hanami – Cerejas em flor”, o personagem, na ausência de sua mulher vai viver alguns momentos a partir das suas vestimentas cotidianas. Assim dentro de uma pequena mala ele carrega para o Japão todos os pertences que vão corporificar a presença-ausência da esposa morta: fotos, um livro, um colar, um casaco azul, uma saia de bolinhas pretas e um robe de seda. Como se as roupas estivessem impregnadas de suas memórias pessoais e afetivas. Então, ele experimenta as roupas femininas, no seu corpo masculino e vai “mostrando a cidade” às suas roupas, como se um pedaço dela estivesse ali. As roupas vão muito além das palavras, no seu silêncio, transportam todas as nossas narrativas, memórias e afetividades. Assim, a materialidade da memória afetiva está aprisionada nas nossas roupas.

Cerejeiras em flor - Kirschblüten - Hanami
Nome original: Kirschblüten - Hanami
País: Alemanha/2008
Direção: Doris Dörrie
Com: Elmar Wepper, Hannelore Elsner e Aya Irizuki
Duração: 126 minutos
Classificação: 14 anos
Espaço Unibanco Augusta
R. Augusta, 1.470 e 1.475 - Consolação - Centro. Telefone: 3288-6780 (salas 1 a 3) e 3287-5590 (salas 4 e 5).
Aceita os cartões Diners, MasterCard, Visa. Ingresso: R$ 8 a R$ 18 (Sessão Cinéfila: R$ 5. Curta Petrobras às Seis: grátis). Desc. 50% para correntistas e funcionários do Itaú e Unibanco.
Veja também:

A PARTIDA - em cartaz no HSBC
O PONTO VERMELHOSites de consulta:
http://www.youtube.com/watch?v=uqiMLQPJUKA
http://www.departures-themovie.com/
http://www.mostra.org/
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
ESTOU COLABORANDO COM O SITE JURATAMODA
No ano de 2009, fomos brindados com algumas pérolas na relação intercambiante entre as linguagens do cinema e da moda. Entre os que entraram no circuito comercial, destacaram-se “Coco antes Chanel”, “Guerras de Noivas”, “Abraços partidos” e “Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”. Mas, em abril, no Festival de Recife, vimos o filme mais interessante: “Eden à l’Ouest” do cineasta grego Costa-Gavras, ainda inédito no Brasil.
( Ficou curioso? Leia no site: http://juratanamoda.com.br/)
( Ficou curioso? Leia no site: http://juratanamoda.com.br/)
Almanaque Fashion: MODA E LITERATURA- 2009 - 19/11/2009 - 21:12 HORAS
Almanaque Fashion 19/11 from piters on Vimeo.
http://www.alltv.com.br/ondemand.php?idond=4536
19/11/2009 - 21:12
Almanaque Fashion
Romy Tutia coordenadora do curso de moda da FMU e Jô Souza produtora do projeto comentam sobre o evento.
“Não posso ser professor se não percebo cada vez melhor que, por não ser neutra, minha prática exige de mim uma definição. Uma tomada de posição. Decisão. Ruptura. Exige de mim que escolha entre isto e aquilo.”
Paulo Freire
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Schmatta: Rags To Riches To Rags

Schmatta: Rags To Riches To Rags brings to life the vibrant, unexpected history of the Garment District which for many years was the heart and soul of Midtown Manhattan, but is now in danger of disappearing. Schmatta: Rags To Riches To Rags traz para a vida vibrante, história inesperada do Garment District, que por muitos anos foi a alma eo coração de Manhattan, mas agora está em perigo de desaparecer. For thousands of immigrants the garment industry was a path to their American Dream, but today most of those jobs are gone. A microcosm of the economic and social forces transforming our nation over the past one hundred years, Schmatta: Rags To Riches To Rags tells the story of this vanishing industry through the voices of the people who have experienced its highs and lows. Read more. Por milhares de imigrantes a indústria de vestuário foi um caminho para o seu sonho americano, mas hoje a maioria dos postos de trabalho desapareceram. Um microcosmo das forças de transformação económica e social do nosso país ao longo dos últimos cem anos, Schmatta: Rags To Riches To Rags diz a história desta indústria fuga através das vozes das pessoas que tiveram seus altos e baixos. Leia mais: http://fashiondevelopmentgroup.com/
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Ridley Scott dirige filme sobre a Maison Gucci
Gucci, auge e decadência,será retratada pelo diretor de “O Gladiador”
A ascensão e a queda da Maison Gucci nos anos 80 e subsequente a volta por cima com Tom Ford como diretor artístico, são os temas do novo filme de Ridley Scott. O diretor dirigiu “Alien,” “O Gladiador “e “American Gangster”.
Mas nao espere outro “Diabo veste Prada”, cheio de momentos cômicos. A estória de Maison será retratada de forma muito mais sombria. Conta a fábula de uma família dividida, a promessa de juventude e o poder do privilégio incessante.
O filme focará o momento em que um dos netos do fundador, Maurizio Gucci, assume a Maison em 1983 (entre os anos 70 e 80, a Gucci chegava a faturar US$ 500 milhões por ano), Nos extravagantes anos 60 e 70, celebridades como Jackie Kennedy e Audrey Hepburn haviam tornado a maison célebre.Infelizmente, Maurizio foi assassinado, em frente ao seu apartamento em Milão, em 1995. No mesmo ano, Tom Ford assume como diretor criativo. Como Ford continua sendo um ícone fashion proeminente e a Gucci uma das mais lucrativas Maisons do momento, pairão dúvidas de quanto o filme ousará expor.
Cogitam-se Angelina Jolie para o papel de Patrizia Gucci, condenada a 28 anos de prisão por planejar o assassinato do marido e Leonardo di Caprio para o papel de Maurizio. Charles Randolph é o roteirista. Ele escreveu roteiros de filmes como “A Intérprete”, entre outros.
A ascensão e a queda da Maison Gucci nos anos 80 e subsequente a volta por cima com Tom Ford como diretor artístico, são os temas do novo filme de Ridley Scott. O diretor dirigiu “Alien,” “O Gladiador “e “American Gangster”.
Mas nao espere outro “Diabo veste Prada”, cheio de momentos cômicos. A estória de Maison será retratada de forma muito mais sombria. Conta a fábula de uma família dividida, a promessa de juventude e o poder do privilégio incessante.
O filme focará o momento em que um dos netos do fundador, Maurizio Gucci, assume a Maison em 1983 (entre os anos 70 e 80, a Gucci chegava a faturar US$ 500 milhões por ano), Nos extravagantes anos 60 e 70, celebridades como Jackie Kennedy e Audrey Hepburn haviam tornado a maison célebre.Infelizmente, Maurizio foi assassinado, em frente ao seu apartamento em Milão, em 1995. No mesmo ano, Tom Ford assume como diretor criativo. Como Ford continua sendo um ícone fashion proeminente e a Gucci uma das mais lucrativas Maisons do momento, pairão dúvidas de quanto o filme ousará expor.
Cogitam-se Angelina Jolie para o papel de Patrizia Gucci, condenada a 28 anos de prisão por planejar o assassinato do marido e Leonardo di Caprio para o papel de Maurizio. Charles Randolph é o roteirista. Ele escreveu roteiros de filmes como “A Intérprete”, entre outros.
sábado, 31 de outubro de 2009
DIÁLOGOS E INTERAÇÕES ENTRE CINEMA, MODA E LITERATURA

Cinema, literatura e moda sempre tiveram tudo a ver... ouvir e tocar. Um triângulo amoroso que vem se aquecendo com a recente diversificação das influências mútuas. Ora são os filmes determinando que tipo de roupa ou acessório as massas devem usar, ora são autores como Marcel Proust, Oscar Wilde e Machado de Assis tomando o universo da moda como fonte de inspiração. Mas esse caminho apresenta mão dupla e múltiplos atalhos: de um lado, estilistas criando figurinos para a tela e. de outro, filmes tendo designers de moda como protagonistas; romances elaborados pela observação de determinados estilos de viver e vestir; coleções criadas a partir de climas emocionais e imagens plásticas sugeridas por obras literárias. Todos os meandros desse percurso são desvendados em três eventos, como parte integrante da 6ª Semana de Moda da Livraria Cultura, que acontece entre 9 e 13 de novembro.

Serviço:
·No dia 09/11, às 12hs o desfile performático Moda e Literatura sai da Avenida Consolação e segue pela Paulista em direção à Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em sua entrada da Alameda Santos, mostrando uma série de 17 looks inspirados em obras literárias: realização dos alunos da grauação de moda da UNIFMU, coordenadora do curso Romy Tuttia.
·No dia 11/11, às 16hs, o critico Luciano Ramos, autor do livro Os Melhores Filmes Novos faz palestra sobre Moda e Cinema
·No dia 12/11 às 16 hs, no auditório Livraria Cultura a curadora do desfile performático, professora Jo Souza falará das ricas e plurais relações entre Moda e Literatura numa palestra.
Entrada gratuita e vagas limitadas.
As palestras acontecem no Teatro Eva Herz - Livraria Cultura Cj. Nacional - Av. Paulista, 2073 - São Paulo/SP
Serão distribuídas senhas 2 horas antes do início da palestra. Sujeito à lotação: 166 lugares
Desfile Performático Moda e Literatura – Looks confeccionados a partir das seguintes obras:
A Insustentável Leveza do Ser - Milan Kundera
Alice no Pais da Maravilhas - Lewis Carroll
As Horas - Virginia Woolf
Balzac e a Costureirinha Chinesa – Dai Sijie
Budapeste - Chico Buarque de Hoalanda
Hamlet - William Shakespeare
Jules e Jim - Henri-Pierre Roche
Laranja Mecânica - Anthony Burgess
Lolita - Vladimir Nabokov
Morte em Veneza - Thomas Mann
O Amante - Marguerite Duras
O Estrangeiro - Albert Camus
Orgulho e Preconceito - Jane Austen
Orlando - Virgínia Woolf
Pénelope - Marilyn Kaye
Primeiro Amor - Samuel Beckett
Relações Perigosas - Chordelos de Laclos
Um Bonde Chamado Desejo - Tennessee Williams
Jô SOUZA
Docente da graduação de moda da UNIFMU-SP. Mestranda em Comunicação e Semiótica (PUC-SP). Em 2009, concebeu a exposição fotográfica Modos da Moda na Reserva Cultural, os ciclos de palestras e debates Cinema e Moda na PUC/SP e Diálogos entre imagens de Moda na UNIFMU/SP.
http://modacine.blogspot.com/
LUCIANO RAMOS
Docente de pós-graduação em Jornalismo Cultural e Crítica de Cinema na FAAP- SP. Crítico de cinema da Rádio USP e da Revista Reserva Cultural. Mestrando em Multi Meios na UNICAMP-SP. Autor do livro Os Melhores Filmes Novos – 290 filmes analisados e comentados (Editora Contexto)
http://programacinemafalado.blogspot.com
informações: zizizaza@gmail.com
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
A Editora Sulina apresenta
Comunicação e indústria audiovisual Cenários tecnológicos e institucionais do
cinema brasileiro na década de 90 de João Guilherme Barone Reis e Silva
Nesta obra, o autor apresenta elementos de análise organizados que ampliam a compreensão de como funcionam as estruturas e agentes da indústria audiovisual, com suas especificidades e complexidades, com base na matriz fornecida pela indústria cinematográfica. Sobre o cinema brasileiro da década de 90, são analisadas as transformações ocorridas nos cenários tecnológicos e institucionais e os efeitos nos campos da produção, distribuição e exibição. A periodização cobre desde a extinção do CONCINE e da EMBRAFILME, em 1990, até a realização do histórico III Congresso Brasileiro de Cinema, em junho de 2000, em Porto Alegre, com a proposta de criação da ANCINE.
Uma obra que propõe novas abordagens para os temas relacionados ao cinema e à indústria audiovisual, aprofundando questões importantes do cinema brasileiro, identificando as interseções de fatores tecnológicos, econômicos, políticos e socioculturais e que, portanto, traz informações de interesse para estudantes e pesquisadores, assim como para os profissionais que atuam no mercado audiovisual.
João Guilherme Barone Reis e Silva nasceu no Rio de Janeiro, é doutor em Comunicação Social pela PUCRS, e mestre em Comunicação e Indústrias Audiovisuais pela Universidade Internacional da Andaluzia, Espanha. Professor e pesquisador de Cinema e Audiovisual atua nos cursos de graduação e pós-graduação da FAMECOS/PUCRS.
Capa: Letícia Lampert
Coleção: Imagem-Tempo
Nº de páginas: 143
ISBN: 978-85-205-0532-8
domingo, 25 de outubro de 2009
I SEMINÁRIO HISTÓRIAS DE ROTEIRISTAS
Temos o prazer de convidá-los para cerimônia de abertura do I SEMINÁRIO HISTÓRIAS DE ROTEIRISTAS, promovido pelo Núcleo de Pesquisa Audiovisual/CNPq e o Centro de Comunicação e Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie, com o apoio do Mackpesquisa e parcerias com Martinelli Filmes, Academia Internacional de Cinema de São Paulo e Autores de Cinema.
Contamos com sua honrosa presença, no próximo dia 28 de outubro de 2009, às 10h, no auditório Reverendo Wilson de Souza Lopes, Rua Piauí, 143 – 11º andar. Mais informações sobre o evento podem ser acessadas em nosso site: http://www.mackenzie.br/semin_rot_program.html
Contamos com sua honrosa presença, no próximo dia 28 de outubro de 2009, às 10h, no auditório Reverendo Wilson de Souza Lopes, Rua Piauí, 143 – 11º andar. Mais informações sobre o evento podem ser acessadas em nosso site: http://www.mackenzie.br/semin_rot_program.html
COCO CHANEL : ESTRÉIA DIA 30 DE OUTUBRO DE 2009

Uma garotinha é deixada junto com a irmã num orfanato no coração da França, e todos os domingos ela espera, em vão, que o pai volte para buscá-la…Uma artista de cabaré com voz fraca que canta para uma plateia de soldados bêbados…Uma humilde costureira que conserta bainhas nos fundos de uma alfaiataria de cidade pequena…

Uma cortesã jovem e magricela, a quem seu protetor, Etienne Balsan, oferece um refúgio seguro, em meio a um ambiente de decadência… Uma mulher apaixonada que sabe que nunca será a esposa de ninguém, recusando-se a casar até mesmo com Boy Capel, o homem que retribuiu seu amor…Uma rebelde que considera as convenções de sua época opressoras e prefere usar as roupas dos homens com quem se envolve…Esta é a história de Gabrielle “Coco” Chanel, que começa a vida como uma órfã teimosa, e, ao longo de uma jornada extraordinária, se torna a lendária estilista de alta-costura que personificou a mulher moderna e se tornou um símbolo atemporal de sucesso, liberdade e estilo.




A estilista francesa Gabrielle Chanel (1883-1971) é a personagem dos sonhos de qualquer diretor de cinema. Sua trajetória é recheada de sexo, heroísmo e política. Sexo: teve entre seus diversos amantes cabeças coroadas, milionários e mandatários da política, que influenciaram decisivamente sua vida. Heroísmo: emergiu de uma infância pobre para se tornar uma revolucionária do mundo da moda, a primeira mulher a brilhar no ofício de vestir mulheres - exatamente por saber, nesse departamento, o que as mulheres realmente queriam. Política: viveu a época mais dramática do século 20, a das duas guerras mundiais, tendo uma relação perigosamente próxima - e vergonhosamente cooperativa - com os líderes nazistas. No filme Coco antes de Chanel, que entra em cartaz no Brasil neste mês, a diretora Anne Fontaine, nascida em Luxemburgo, desperdiçou personagem tão fascinante. Ela optou por mostrar, na tela, apenas o lado heroico da estilista, ignorando a complexidade da mulher que revolucionou a moda. E deixando de lado o momento mais dramático da vida de sua protagonista, aquele que poderia conferir densidade a seu filme e fazer com que a obra ganhasse relevância: a colaboração de Chanel com o 3o Reich de Adolf Hitler.
Gabrielle Chanel - ou Coco, "queridinha", nome que adotara quando cantava em cafés entre os anos de 1905 e 1908 - já era bastante conhecida quando, martelando as botas no famoso passo de ganso, as tropas do Führer cruzaram o Arco do Triunfo, em Paris. Os chapéus, o look masculino, as roupas confortáveis e o famoso "pretinho básico", tudo recendendo ao perfume Chanel no 5, lançado em 1922, a tinham consagrado. Mas foi durante a Segunda Guerra que seu papel chamou a atenção dos historiadores. Foi quando a já famosa estilista ligou-se, como tantos franceses, aos alemães. Tal tipo de ligação ao longo dos anos ficou conhecida como "colaboração".
Chanel passou toda a ocupação no famoso Hotel Ritz, quartel-general dos nazistas em Paris e bem pertinho de sua loja, na rue Cambon. Já havia algum tempo ela era simpática aos nazistas - um de seus ex-namorados, o cartunista Paul Iribe, era partidário de que uma estreita relação com os alemães podia ser benéfica à França. Antes da guerra, Chanel já se alinhava à direita e era descrita como alguém de ideias racistas. No Ritz, sua companhia permanente era o alemão Hans Gunther von Dincklage, um misto de playboy, oficial e espião enviado à França para preparar a invasão nazista. Spatz, ou pardal - como era chamado em referência ao pássaro que está em toda a parte -, era 13 anos mais jovem do que ela. Nessa época, a estilista tentou se aproveitar do antissemitismo reinante para espoliar os sócios Pierre e Paul Wertheimer, judeus, que a ajudaram no início da carreira. Alta traição, na medida em que os Wertheimer eram seus parceiros no negócio de essências e responsáveis pelo sucesso do perfume Chanel no 5.
Coco movimentava-se nos mais altos círculos militares alemães e desempenhou um papel decisivo num dos episódios mais bizarros da Segunda Guerra, a chamada Operação Modelhut. "Modelhut", em alemão, significa "chapéu da moda", referência ao fato de Chanel ser uma estilista e confeccionar para mulheres chapéus masculinos. A ideia estapafúrdia consistia em promover uma aproximação entre o alto-comando germânico e o primeiro-ministro britânico Winston Churchill, com o objetivo de cooptar os ingleses - acredite! - para a causa nazista. Chanel foi escolhida para a missão estapafúrdia pelo estreito contato que mantinha, de um lado, com um ex-amante, o inglês Hugh Richard Arthur Grosvenor, o duque de Westminster, que era próximo de Churchill, e, de outro, com Walter Schellenberg, chefe do serviço de espionagem e inteligência nazista e assistente direto de Heinrich Himmler, uma das figuras-chave na execução do Holocausto. Por desempenhar serviços como esse, Chanel prosperou durante a guerra. Abriu lojas em Deauville e Biarritz. Segundo alguns autores, o logotipo CC tem a ver com a suástica e com o conhecido SS que ornamentava as roupas negras desses conhecidos oficiais.
Os estudiosos identificam dois tipos de colaboracionismo. O primeiro, "de Estado", teria o objetivo de salvaguardar os interesses franceses, assegurando ao país uma posição confortável na Europa ocupada. O governo do marechal Philippe Pétain, sediado em Vichy - a cidade que se tornou a capital administrativa do país depois da queda de Paris -,disseminava a ideia de que a colaboração era um caminho para a liberação. Fazia isso por meio de documentários de propaganda oficial como os La France en Marche - "A França a Caminho". Esse tipo de colaboracionismo de Estado via a cooperação com os nazistas como única salvação contra a expansão do comunismo. Tal fato levou milhares de franceses a vestir o uniforme do Reich e integrar a Legião dos Voluntários Franceses contra o Bolchevismo.
Para além dessa capitulação oficial, havia também o colaboracionismo anônimo, praticado por franceses que se aproveitaram da situação com finalidades mesquinhas. Esse colaboracionismo era aquele das cartas dedurando judeus, simpatizantes esquerdistas, homossexuais ou comerciantes do mercado negro. Mas o mais impressionatnte de tudo foi mesmo a colaboração de artistas e intelectuais - justamente o circuito em que Coco Chanel se movimentava, ela que era amiga de gente como o compositor Igor Stravinsky, o pintor Pablo Picasso e o bailarino Vaslav Nijinski. As socialites parisienses animavam salões e saraus nos quais a elite da ocupação encontrava a elite da colaboração. A marquesa de Polignac e a milionária Florence Gould recebiam escritores como Robert Brasillach, Louis-Ferdinand Céline ou Jean Cocteau. A situação tinha, claro, suas complexidades - foi graças a tais jantares que Jean Paulhan, escritor, editor e pintor, foi avisado de que seria preso; o teatrólogo Sacha Guitry interveio em favor do poeta Max Jacob; e impediu-se que a mulher do pintor Henri Matisse, Amélie Parayre, fosse para um campo de concentração. Havia quem fizesse jogo duplo, como o artista Pablo Picasso, que, de um lado, escondeu fugitivos e emprestou-lhes dinheiro, mas, de outro, visitava e recebia oficiais da Gestapo.
Com a derrota dos nazistas, os que aderiram aos alemães foram punidos não apenas judicialmente, mas com execração. Ao fim da guerra, 6.091 mulheres foram presas, tiveram a cabeça raspada e, desnudas, foram exibidas em praça pública. As Câmaras Cívicas, instauradas em agosto de 1944, reprovaram sobretudo as que, usando um termo machista da época, tinham tido "colaboração sexual" com os invasores. Houve exageros, claro. Perseguiram-se também aquelas que, desempregadas, tinham encontrado asilo nas fábricas inimigas.
Chanel foi capturada e escapou por pouco. Alguns autores atribuem sua rápida libertação às relações com o duque de Westminster, o amigo de Winston Churchill. Mas ela não foi perdoada. Malquista na França, teve de se esconder na Suíça, de onde só regressou em 1956. Os jornais arrasaram sua coleção, considerada ultrapassada, já que a moda mudara e se endeusava o "new look" de Christian Dior. Seu concorrente resolveu feminilizar as mulheres, em oposição ao look masculino de Chanel (leia quadro acima). Além do Atlântico, contudo, as americanas continuavam apaixonadas por seus "pretinhos básicos". Jacqueline Kennedy usava um tailleur assinado por ela no dia em que John Kennedy foi assassinado.
Durante muito tempo, a França tentou apagar o passado colaboracionista. Nos anos 1958-1968, durante a presidência do general Charles de Gaulle, construiu-se o mito de gauleses unidos em torno da Resistência, opondo-se ao governo de Vichy. Durante a presidência de François Mitterrand, entre 1981 e 1995, o paradigma caiu por terra. Inúmeras pesquisas revelaram os diferentes níveis de colaboração dos diversos grupos sociais. Mais recentemente, os presidentes Jacques Chirac e Nicolas Sarkozy tentaram reabilitar a Resistência e manter viva a ideia de que o país sofreu horrores, esmagado sob as botas do Reich.
Nesta nova onda de interpretações, Coco Chanel entra repaginada. No filme, a personagem é totalmente detetizada, desinfetada, limpa. Não se toca em sua cooperação com o inimigo nem nos desdobramentos que sua atitude teria tido. Afinal, é preciso preservar o fenomenal negócio que são suas bolsas, compradas pelas apreciadoras de moda do mundo inteiro, e o rostinho de Audrey Tautou, garota-propaganda do perfume Chanel no 5. Se Coco antes de Chanel é um comercial bem chatinho, pelo menos nos faz lembrar de questões importantes. E, quando se comemoram 70 anos do maior conflito mundial, um pouco de história não faz mal a ninguém.
------Mary Del Piore é historiadora, autora de 25 livros sobre história do Brasil e ganhadora de vários prêmios, entre os quais o Jabuti e o da Associação Paulista de Críticos de Artes.
FASHION FILMES NA MOSTRA DE CINEMA DE SÃO PAULO - 2009

“500 Dias com Ela”, 500 Dias com Ela“, de Marc Webb, comédia pop com casal fofo e figurino preppy cool.

O Fantástico Sr. Raposo“, de Wes Anderson, um dos diretores mais cultuados pelo pessoal da moda por ter um universo de imagens todo próprio! Pra dar uma noção, as obras de Anderson já inspiraram de Maria Garcia a V.Rom

“Camaradas Fashion“, de Marco Wilms, documentário sobre a moda criativa de Berlim Oriental.

“Hair India“, de Raffaele Brunetti e Marco Leopardi, outro documentário sobre a trajetória de um cabelo doado em um templo indiano e se transformando em aplique italiano.

Penélope em “Los Abrazos Rotos”
Chanel é a marca de todas as roupas da personagem de Penélope Cruz, Lena, em “Los Abrazos Rotos“, o novo filme de Pedro Almodóvar. Não é a primeira vez que Almodóvar usa Chanel nos figurinos. A personagem de Victoria Abril em “De Salto Alto” também era “montada” com a grife assinada por Karl Lagerfeld da cabeça aos pés, lá em 1991 e “Tudo Sobre Minha Mãe”, também usa um vestido pink da Chanel em uma cena.

Ainda...“Aconteceu em Woodstock“, de Ang Lee ( anos 70)
“O Poder do Soul“, de Jeffrey Levy-Hinte, às 21h30! É um documentário sobre um festival de soul no Zaire em 1974 com músicos como Miriam Makeba, B.B. King e James Brown!
Em “The Imaginarium of Doctor Parnassus“, a modelo ruiva Lily Cole continua ensaiando uma nova carreira como atriz (ela já participou de mais alguns poucos filmes). As críticas sobre o longa do diretor Terry Gilliam (e último da carreira do ator Heath Ledger).
“Tokyo!” de Michel Gondry, Leos Carax e Bong Joonh-Ho
domingo, 11 de outubro de 2009
“9 – A salvação”

A caracterização dos pequenos serem é rica em:texturas, cores, aviamentos, as linhas costuram suas vestimentas.

O que faz de “9 – A salvação” um filme tão fascinante não é apenas o profissionalismo e a complexidade tecnológica das seqüências de ação – correrias, perseguições e combates construídos com a verossimilhança necessária para despertar plena credibilidade no espectador. O que impressiona é a singularidade das representações e dos seres inventados para desempenhar os papéis de protagonistas e antagonistas nessa batalha puramente conceitual, nessa guerra de signos travada num plano não histórico, ou seja, num imponderável ponto qualquer de um tempo imaginário, após a extinção do último ser humano da planeta. Na superfície desse mundo que já foi industrial não resta inteiro um só objeto, tal como foi concebido por seu fabricante. Nenhum artefato completo: apenas cacos, trapos, retalhos, fragmentos, parafusos, peças soltas. Desse material são feitos os nove bonecos que ali se movimentam, sempre fugindo de uma máquina guerreira que procura destruí-los...
ler: http://programacinemafalado.blogspot.com
sábado, 3 de outubro de 2009
Moda e cinema: curtas na Bloomingdale´s
Um dos maiores templos de moda do mundo, a Bloomingdale´s, está com um projeto bem bacana durante essa temporada de outono americano.
Cinco jovens diretores de cinema criaram curtas, filmados na loja, que podem ser vistos no site -o público vota, e o vencedor vai ser exibido no Independent Spirit Awards, que acontece em março de 2010.
O filme My adventures in ladies under garments, 4th floor, é uma graça: superdelicado mostra a fascinação de um menininho em pleno andar de lingerie.
ver: http://www.youtube.com/watch?v=QKG2lY0i1cE
Os outros concorrentes são: Tea for 3, The love game, Recession Special e Tall enough
Cinco jovens diretores de cinema criaram curtas, filmados na loja, que podem ser vistos no site -o público vota, e o vencedor vai ser exibido no Independent Spirit Awards, que acontece em março de 2010.
O filme My adventures in ladies under garments, 4th floor, é uma graça: superdelicado mostra a fascinação de um menininho em pleno andar de lingerie.
ver: http://www.youtube.com/watch?v=QKG2lY0i1cE
Os outros concorrentes são: Tea for 3, The love game, Recession Special e Tall enough
Alguma coisa está fora da ordem na Maison Martin Margiela

Looks da Maison Martin Margiela, primavera-verão 2010
Alguma coisa está fora da ordem na Maison Martin Margiela – ao menos, é isso que dizem os editores de moda que assistiram ao desfile da coleção de primavera-verão 2010 da grife. E eles não estão falando da desconstrução das peças que a maison colocou na passarela ontem (02/10), na Semana de Moda de Paris. Parece que a proposta de moda da MMM, desta vez, deixou a desejar: Sarah Mower, do Style.com (home da “Vogue” americana), escreveu que “fica chato enumerar de quantas maneiras o show foi decepcionante”; enquanto o WWD disse que “faltou a intensidade do verdadeiro Margiela”. Uma explicação pro que aconteceu? Dolly Jones, da “Vogue” britânica, tem suas teorias: “talvez nós tenhamos ficado tão animados com a coleção de outono-inverno 2009 que essa não atendeu às expectativas – ou talvez seja por conta da suspeita de que Margiela já está mais no comando da grife.
http://msn.lilianpacce.com.br/home/25895-maison-martin-margiela-peimavera-verao-2010/
FILME FASHION

http://www.beyondbibamovie.com/index.html
“Barbara Hulanicki: Beyond Biba” estreia nessa sexta-feira no Victoria & Albert Museum de Londres pra contar a história do meteoro Biba, a marca e butique que marcou época desde 1964, no Swinging London, e fechou em 1975 – pra depois voltar, na década de 2000, já em outras mãos e sem a participação da fundadora, Barbara.
festival Filme Fashion

De 06 a 11/10, o CCBB do Rio recebe o festival Filme Fashion, que sempre tem como tema a relação entre moda e cinema e dessa vez vai apresentar comentários. A programação está quentíssima: logo na abertura pra convidados, no dia 05/10, o destaque é “Valentino: o Último Imperador“. Além dele, é a oportunidade do fashionista assistir clássicos como “Grey Gardens” e “Nanook, o Esquimó” – o primeiro é grande inspiração de Marc Jacobs e o segundo é considerado o primeiro documentário da história do cinema – além de pepitas inéditas. “A Vida de Biba“, que traz a história de Barbara Hulanicki e sobre o qual o Blog LP já comentou antes, é uma delas! Na Agenda você vê horários de todas as seções – e já anota, o debate com Alexandra Farah, a idealizadora e curadora, com convidados acontece no dia 08/10, após a seção de “Vogue – A Edição de Setembro”
Sala 1
Sábado
16h – Valentino: O último imperador
18h – Abrindo o Zíper
20h – Ciao! Manhattan
Domingo
14h – Annie Leibovitz: A Vida Através das Lentes
16h – Jardins Cinza 18h – Identidade de Nós Mesmos
20h – Top Models – Um Conto de Fadas Brasileiro
Segunda
14h – Lagerfeld Confidencial
16h – Assinado Chanel
18h10 – Nanook, o Esquimó
20h – O Dia Anterior – Fendi by Karl Lagerfeld
Mostra Paralela
Sábado
18h – Garden Girls com Pirilena Lacerda, FilmeFashion.tv
20h – Seleção Oskar Metsavaht: “Surfando as montanhas sagradas do Himalaia” e curtas selecionados
Domingo
18h – Sneakers – Entrando de Sola na Cultura Urbana, de Edson Soares
Seleção Dácio Pinheiros
20h – Seleção Gemagema.tv 1
Segunda
18h – Bonjour, Madame, de Richard Luiz
Garden Girls com Donata Meirelles, FilmeFashion.tv
20h – Seleção FilmeFashion.tv
Assinar:
Postagens (Atom)
EM 2011




