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segunda-feira, 25 de maio de 2009

FOTÓGRAFOS...IMAGENS

O MUNDO ENCANTADO DE TIM WALKER
Cores, fantasia, surreal. O trabalho do fotógrafo inglês Tim Walker é memorável. O seu estilo é inconfundível e as suas imagens inesquecíveis, captando momentos sublimes no tempo.

VISONAIRE PRETO/ BRANCO E COLORIDO

Fotografias a preto e branco que, sob a luz do sol, ganham cor e brilho. É assim a edição 56 da Visionaire. A revista de Moda e Arte mais exclusiva do mundo continua a mostrar que não existem limites para a criatividade.Lançada em parceria com a Calvin Klein, a nova Visionaire, intitulada “Solar”, usa pela primeira vez uma tinta especial que reage à luz solar. Basta colocar as páginas sob a luz do sol ou fontes de raio UV para que o que à primeira vista parecem imagens a preto e branco se transformem em imagens coloridas.
A revista tem uma edição limitada de 3000 exemplares e conta com colaboração de Yoko Ono, Peter Lindbergh, Alex Katz, Richard Philips, Mario Sorrenti, Inez Van Lamsweerde & Vinoodh Matadin, entre outros artistas convidados. “Juntar a Visionaire e a Calvin Klein é uma grande união de estética e inovação”, afirmou Cecilia Dean, co-fundadora e editora da Visionaire.
O mítico fotógrafo Guy Bourdin está a ser homenageado na exposição “Unseen Guy Bourdin", patente na galeria londrina The Wapping Project, até ao dia 4 de Julho. A mostra inclui fotografias de Bourdin nunca antes expostas ao público, incluindo 32 obras da sua última etapa parisiense. Em exibição estão também algumas das suas imagens clássicas que foram publicadas em revistas de moda.
Muitas das fotografias mostram Nicolle Meyer, a musa de Bourdin entre 1977 e 1980. Guy Bourdin (1928-1991) foi um dos mais conhecidos fotógrafos de moda e publicidade da segunda metade do século XX. Partilhou o gosto pela controvérsia e estilização com o seu colega Helmut Newton, mas a ousadia e o poder narrativo das suas imagens ultrapassaram os limites da fotografia publicitária convencional.

Destruindo expectativas e questionando limites, Bourdin definiu o cenário para um novo tipo de fotografia de moda. Criou narrativas complexas, curiosas e misteriosas, por vezes repletas de violência, sensualidade, provocação, exotismo e surrealismo, e associou-os a artigos de moda.
Trabalhou para as revistas Vogue e Harper´s Bazaar e fotografou campanhas publicitárias para as marcas Chanel, Issey Miyake, Emanuel Ungaro, Gianni Versace, Loewe, Pentax e para os armazéns Bloomingdale´s.Influenciado pelo seu mentor Man Ray, pelo fotógrafo Edward Weston, pelos pintores surrealistas Magritte e Balthus, e pelo realizador de cinema espanhol Luis Buñuel, Bourdin continua a ser uma importante referência para as novas gerações de fotógrafos de moda.
Charlotte Gainsborug, de “Anticristo”, é a melhor atriz em Cannes A atriz que viveu as cenas mais polêmicas de Cannes no novo filme de Lars Von Trier, Charlotte Gainsborug ganhou o prêmio como melhor atriz no Festival de Cannes. “Anticristo” conta a história de um casal devastado pela morte de seu filho, que viaja para a floresta de Éden onde coisas estranhas começam a acontecer. O personagem de Gainsborug, assim como de Willem Dafoe não tem nome, são trados como “marido” e “esposa” ou “homem” e “mulher”. “Anticristo” estréia no Brasil em AGOSTO! Na versão original do diretor Lars Von Trier.
Anticristo Título Original: Antichist O polêmico filme de Lars Von Trier, exibido no Festival de Cannes e vencedor do prêmio de melhor atriz para Charlotte Gainsbourg, chega aos cinemas em AGOSTO, na versão original, do diretor, exibida no Festival. Sinopse: Um casal (interpretado Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg) devastado pela morte de seu único filho se muda para uma cabana isolada na floresta Éden, onde coisas estranhas e obscuras começam a acontecer. A mulher é uma intelectual escritora que não consegue se livrar do sentimento de culpa pela morte do filho, e ele, um psicanalista, tenta exercer seu meio de trabalho para ajudar a esposa. Anticristo é divido em partes: Prólogo e Epilogo e ainda capítulos que se passam na floresta de Éden: Dor, Luto, Desespero e Os três Mendigos. Direção: Lars Von TrierElenco: Willem Dafoe e Charlotte GainsbourgPaíses: Dinamarca / Alemanha / França / Suécia / Itália / Polônia
Paula C. FerrazAssessora de ImprensaCalifornia Filmes

sábado, 23 de maio de 2009

MODA, DESFILE E CINEMA

TRABALHO DE CONCLUSÃO DA DISCIPLINA PRODUÇÃO DE MODA II

DE LUIZ PITTA E DALVA DE ASSIS - FMU 2009

http://www.youtube.com/watch?v=vycFR4Se7pI&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=k_yvE-gnWeA&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=g0Cca044ClM&feature=related

A dama da moda no cinema

A figurinista indicada ao Oscar Patricia Field colocou sua marca inimitável em Delírios de Consumo de Becky Bloom (Confessions of a Shopaholic). Os figurinos que ela criou para a comédia romântica da Disney são criativos, coloridos e diferentes. Em uma história centrada em uma consumidora compulsiva – a moda é um elemento crucial e inevitável, dando à aclamada estilista uma oportunidade de conferir ao filme um visual ousado, brilhante e definitivo.

A talentosa figurinista foi responsável pelo visual marcante de Sex and the City – do filme e de mais de 30 episódios da série de TV. Também foi figurinista de O Diabo Veste Prada (The Devil Wears Prada), vestindo as atrizes Meryl Streep e Anne Hathaway. Em sua filmografia inclui Casos e Casamentos e O Substituto. Field começou sua carreira no varejo e é dona de uma loja em Manhattan.


Como decidiu que tipo de visual usar?
R: Eu descreveria o visual como jovem, novo e sensual. Becky tem todos os tipos de roupas, muitas e muitas. Eu imagino que ela deve ter uns 50 casacos, um de cada cor. Quando vi Isla e Krysten Ritter (que interpreta a melhor amigo de Becky) ensaiando, elas me deram muitas ideias. Elas gritavam e berravam, não havia nada de calmo, elas pulavam e riam e tudo que faziam envolvia muito movimento. Então eu pensei ‘essas garotas vão me cansar’. E eu as imaginei usando roupas jovens com cores vibrantes.
P: Que diretrizes você tem para mulheres que podem não ter o corpo perfeito?
R: Você precisa conhecer seu próprio corpo. Eu vou ao Japão, as garotas delá só se preocupam se as pernas são curtas demais. Então minha dica paragarotas com pernas curtas é de parar de usar camisetas curtas com calça baixa que tantas jovens usam. Em vez disso prefira roupas com corte mais alto porque isso aumenta as pernas. Se você tem bons braços e bonitos ombros, mostre-os, use roupas sem manga. Se não tem bons braços, cubra-os. Se suas pernas são bonitas, use saia-short.
P: Qual é o seu conselho para mulheres tipo 'pêra' que são pequenas em cima e largas nos quadris?
R: Primeiramente suba a cintura e desvie a visão do problema para o mais longe possível, então não enfatize o quadril e o bumbum. Eu gosto do formato ampulheta, não tente esconder seu corpo, porque isso acaba com o propósito de usar roupas bonitas, mas acentue os pontos positivos. Se você tem um quadril largo e uma cintura fina, eu diria: mostre, não há nada de errado nisso.
P: E as garotas que são retas e sem cintura?
R: Bem esse é outro problema, o meu, na verdade. Se você é como eu, não tem cintura e nem quadril, você deve usar algo que marque a cintura e defina uma linha na cintura, por exemplo, um vestido com uma faixa na cintura ou um cinto. Você precisa de uma linha horizontal distinta ali.
P: E tem algum conselho para mulheres que se acham muito altas?
R: Se eu fosse alta, eu usaria um chapéu grande e alto e saltos bem altos para ficar ainda mais alta. Se eu tivesse 1,70m, eu tentaria parecer que tinha 1,80m.
P: E as pessoas que são grandes e estão com excesso de peso?
R: Algumas mulheres são grandes mas mesmo assim tem um bom corpo e estão em boas condições. Por exemplo, eu vesti Jennifer Hudson em Sex and the City.Ela é grande mas tem bom tonos muscular e é fantástica, ela tem pernas longas e é muito bonita. Então fica ótima nas roupas. Se você é mais cheinha eu diria para usar um cinto na cintura e ter confiança. Use roupas do número certo e que caiam bem e ficarão ótimas em você. Não evite cores. Não comece com uma imagem negativa de si mesma, seja positiva. Se você se sente sensual, ponha roupas sensuais. Você pode ser deslumbrante mesmo que sejamais gordinha. Não deixe seu peso atrapalhar seu estilo ou afetar seu desejo de ser bonita.
P: Então de acordo com seu ponto de vista é possível ficar bonita sem gastar muito?
R: Com certeza. Estilo não tem nada a ver com dinheiro; você pode não ter dinheiro e ter um ótimo estilo ou muito dinheiro e nenhum estilo. Estilo não é o que você usa. É como você usa. Se mostrar bonita e expressar como se sente. Alguns dias eu quero estar incógnita então uso capa, chapéu e óculos escuros e esse é o meu traje para um estado de espírito em especial. Não háregras, apenas seja criativa e divirta-se.
http://correio24horas.globo.com/blogs/bazar/default.asp?codigo=23127

2º Edição do PANORAMA DO CINEMA FRANCÊS

California Filmes na 2º Edição do PANORAMA DO CINEMA FRANCÊS

Evento integra as comemorações do Ano da França no Brasil com sete longas da produção francesa, com a presença do astro Vincent Cassel, que apresentará "Inimigo Público n°1" A Unifrance apresenta a 2ª Edição do Panorama do Cinema Francês no Brasil, em São Paulo e no Rio de Janeiro, de 16 a 25 de junho, como parte da programação do Ano da França no Brasil. O evento traz grandes produções do cinema francês, premiadas em vários festivais, que estarão nas telas dos cinemas brasileiros ao longo do ano. Com apoio da Embaixada da França no Brasil, o Panorama traz produções variadas, que incluem o drama 'Há Tanto Tempo que Te Amo', estreia na direção de Philippe Claudel; 'Paris 36', de Cristophe Barratier; 'Horas de Verão', do renomado Olivier Assayas (um dos diretores de 'Paris, Eu Te Amo'); 'Welcome', de Philippe Lioret; o longa 'Inimigo Público Nº 1', de Jean-François Richet, que deu o César de melhor ator a Vincent Cassel; 'OSS 117, Rio ne répond plus', de Michel Hazanavicius; e 'Paris', do diretor Cédric Klapisch, conhecido por “O Albergue Espanhol”. Para a realização do Panorama, estão confirmadas as presenças de nomes renomados do cinema contemporâneo francês, como o ator Vincent Cassel, protagonista de 'Inimigo Público Nº 1'. A California Filmes tem o prazer de informar que é a distribuidora do filmes de abertura do Festival "Inimigo Público n° 1 - Instinto te Morte". A primeira parte do filme "Inimigo Público n° 1" que concorreu a nove César Awards e venceu quadro deles, incluindo Melhor Ator para Vincent Cassel e melhor diretor Jean-François. O filme será lançado em duas partes, a primeira, apresentada no 2° Panorama do Cinema Francês, chegará em circuito comercial ainda no mês de julho. 'Inimigo Público Nº 1 - Instinto de Morte'Jacques Mesrine (Vincent Cassel), o último dos lendários gângsters franceses, foi declarado inimigo nº1 durante toda sua vida. Sua morte espetacular, crivado de balas de policiais em uma emboscada no meio de Paris, foi o toque final para coroar sua trajetória. Quase trinta anos após sua retirada em 1979, o mito de Jacques Mesrine continua vivo. Agora, pela primeira vez, um projeto ambicioso traz sua vida às telas do cinema. Ao mesmo tempo um thriller e uma biografia épica, o filme mantém o máximo de fidelidade possível à realidade. Longe de tornar Mesrine um herói ou um modelo de vida, o longa faz um retrato da complexidade da figura de Mesrine, incluindo seus aspectos mais obscuros. O que se revela dessa história é o homem por trás do ícone.
www.unifrance.org

sábado, 16 de maio de 2009

Aliança Francesa exibe filmes sobre a Moda da França

Começa no próximo final de semana um ciclo de filmes raros sobre moda promovida pela escola de língua francesa.

O Ano da França no Brasil oferece mais uma programação para quem gosta de moda. Em São Paulo, um ciclo de cinema promovido pela Aliança Francesa exibe, pelos próximos dois meses filmes raros sobre o assunto.

A revista Elle é o tema este mês, com filmes que contam a história da criação da publicação, em 1946. Em junho, duas noites homenageiam Yves Saint Laurent com filmes produzidos simultaneamente em 2002, quando o estilista se aposentou. No primeiro, 5 Avenue Marceu 75116 Paris, o diretor acompanha durante 60 dias a rotina do ateliê de alta costura do francês.

Já Yves Saint Laurent- o tempo redescoberto é uma longa entrevista biográfica. Confira a programação abaixo:
09.05, às 20 hsE Elle criou a mulher
23.05, ás 20 hsHistórias de Elle
13.06, às 20 hsYves Saint Laurent 5, Avenue Marceu 75116 Paris
27.06, às 20 hsYves Saint Laurent- O tempo redescoberto
Cineclube MuBE- Aliança Francesa Rua Alemanha, 221, Jardim Europa, São Paulo- SPEntrada Gratuita

sexta-feira, 1 de maio de 2009

FESTIVAL DE CINEMA DE PERNAMBUCO 2009

"Alô Alô Terezinha" é até hoje (02/05/2009) o espetáculo mais aplaudido no festival de cinema de Pernambuco 2009. Pode até ganhar a competição, mas muitos críticos reclamaram da ausência de senso crítico do filme em relação ao papel de Chacrinha na (in)cultura nacional.
O Cine PE é uma rica experiência da diversidade e multiculturalismo, presente tanto na platéia quando nas imagens projetadas na tela. Retornamos à celebração do cinema quando era apresentado em grandes salas para multidões de espectadores. Cinema é festa, é comunhão. Não suporto Paulo Coelho, mas no seu último livro «O Vencedor Está Só», ele descreve a vivência partilhada das celebridades e anônimos no festival de Cannes e de como o cinema é o articulador de pessoas que vêm de lugares distintos em busca de cinco minutos de fama.
"Um Homem de Moral" é um primoroso documentário de Ricardo Dias sobre Paulo Vanzolini, o cientista brasileiro, formado em medicina pela Universidade de São Paulo e doutorado em biologia pela Harvard americana. Um poeta de São Paulo, injustamente afastado da mídia, a não ser por canções inquestionáveis como "Ronda". Mesmo assim, nos karaokês da cidade, tem gente que pede essa música escrevendo seu nome com "H" no formulários.

No primeiro plano do Cine PE não se encontram as "celebridades" que enfeitam alguns festivais. Aqui as estrelas são os filmes: "O Menino Aranha" ( personagem local apresentado no documentário de Mariana Lacerda ) ou no documentário “O Homem de Moral” em que a estrela é compositor Paulo Vanzolini ( compositor da música “Ronda” que foi a estrela do filme de Ricardo Dias que estréia dia 05 de junho em SP e RJ) .
Bertha Zemmel em
"Os Sapatos de Aristeu"
curta paulista realizado pela FAAP
Além do filme de Ricardo Dias, é grande a presença paulista nos curtas do Cine PE. A cidade de São Paulo é o tema da animação "A ilha" ( direção de Alê Camargo) ou na história da trajetória de "Nello's" ( documentário de André Ristum, SP) ou "Cocais" direção de Inés Cardoso (foto abaixo)e "Os sapatos de Aristeu" ficção de Luiz René Guerra.
No festival, a justa homenagem a Roberto Farias e seu empenho a valorização do cinema nacional e o discurso do produtor de cinema Fábio Barreto quando lembra: “ Eu também sou nordestino”. O nordeste parece uma nação ou talvez, um rompimento do estigma do nordestino. A cidade de Pernambuco, como a maioria das capitais nordestinas, abriga laços contraditórios, de um lado ilhas de pobreza e miséria, assim como descritos nos livros de Josué de Castro (Homens e Caranguejos). Do outro lado, a riqueza do povo, o artesanato local, os valores regionais. "Um Artilheiro no meu coração" ( documentário direção de Diego trajano, Lucas Fittipaldi e Mellyna Reis, PE).
O cinema se faz assim, de conflitos, de imagens além de belas, mas profundas. Como as de "Super barroco", ficção ( PE) de Renata Pinheiros (responsável pela direção de arte de longas como Amarelo Manga e Feliz Natal) que tem uma forte referência nos filmes de Peter Greenaway, no filme são notáveis pela presença de elementos de arte barroca e o uso de luz natural com projeções de imagens que contracenam com o personagem da trama vivido pelo o paraibano Everaldo Pontes.
Fazer cinema é assim, muitas vezes com poucos recursos, mas com toda aquela a riqueza que impregna a alma do nordestino, que faz da arte de criar imagens seu estandarte. Aliás, é com ansiedade que aguarda-se a exibição de hoje: "Estranhos", produção baiana dirigida por Paulo Alcântara. (foto abaixo)

O Paraná foi representado pelo filme: Mistéryos(foto abaixo) uma ficção de Pedro Merege e Beto Carminatti – O filme é uma adaptação de O Mez da Grippe, do escritor e cineasta Valêncio Xavier (1933-2008), o filme Mistéryos se destaca pela direção de arte, a qualidade e plasticidade do tratamento visual. O filme não foi muito compreendido pela plateia do festival, talvez, por forma de narra se aproxima dos filmes europeus e das construções narrativas dialoga com as obras de Machado de Assis, Clarice Lispector, Samuel Beckett, Ionesco e Harald Pinter.

O filme com sua temática universal rompe as fronteiras do local, regional. Ao tratar do dilema das cicratrizes entre o interior e o exterior do personagem o narrador é o alterego de Valêncio protagonizado pelo ator Carlos Vereza, o filme vai além da estrutura convencional do cinema comercial.

O filme é poético, surreal, com um figurino impecável uma releitura dos anos 60 e 70.

O ator Carlos Vereza, Sthefany Brito e Marco Zeni em cena do filme Mistéryos

Aqui, no festival de Pernambuco, a estrela não é o individual, mas o coletivo. Ao anunciar os filmes da noite quer seja curtas, médios e longas quer seja no formato 35 mm ou no formato digital. O importante e a feitura. Não existe o tapete vermelho, vestidos de gala, mas nas misturas de rendas, bordados e chitas, as tramas se misturam em outras contextualizações, tornar visível o sonho de fazer cinema. Ressaltando a safra de filmes rodados na Brasília, Porto Alegre, Paraíba, Ceará e Pernambuco.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

ESPAÇO DE CINEMA, MODA E ARTE : PRADA TRANSFORMER

Prada Transformer não é um museu, nem uma loja. É um espaço itinerante e transformável, que tanto pode ser uma galeria de arte, como um cinema ou uma passerelle. Criado por Rem Koolhaas, é, sem dúvida, um dos projectos mais arrojados e ambiciosos da marca Prada.Desenhado para acolher uma série de eventos culturais, Prada Transformer está actualmente localizado junto ao palácio Gyeonghui, em Seul, Coreia do Sul.
É uma estrutura tetraédrica, composta por quatro formas diferentes – um hexágono, uma cruz, um rectângulo e um círculo – e foi desenhada de modo a que os pavimentos se possam transformar em paredes e as paredes em tectos. Os 4 planos podem ser alternados rodando a estrutura com uma grua, e cada um deles está pensado para que o espaço assuma uma determinada função. Consoante a face que fica na parte superior, o edifício transforma-se num cinema, numa galeria de arte ou numa sala de desfiles. A estrutura é feita em aço e coberta com uma membrana elástica branca criada pela empresa Cocoon Holland BV.
Prada Transformer abre ao público no próximo dia 25 de Abril, com a exposição itinerante ‘Waist Down – Skirts by Miuccia Prada’, que além da selecção de saias desenhadas por Miuccia Prada (desde o seu primeiro desfile até à actualidade), desta vez apresenta também uma selecção de saias da autoria de estudantes de moda coreanos emergentes.

No final de Maio, o Prada Transformer será rodado para criar uma nova sala de cinema, para acolher o festival de cinema “Flesh, Mind and Soul”, que reunirá uma série de filmes de diferentes países, décadas e géneros. A selecção ficará a cargo do realizador mexicano Alejandro Gonzalez Iñárritu, mais conhecido pelo filme “Babel”, e do crítico de cinema, Elvis Mitchelle.Em Agosto, o edifício será novamente rodado, para receber a exposição de arte contemporânea “Beyond Control”, que mostrará alguns dos trabalhos mais interessantes da colecção de arte da Fundação Prada.
Todas as exposições serão abertas ao público.“Estamos a fazer isto porque acreditamos apaixonadamente no que fazemos. Prada não é apenas uma empresa de moda. Através da Fundação Prada, trabalhámos durante 17 anos em arte contemporânea, arquitectura e cinema, e queremos levar tudo isso para fora de Milão e trazer para a Ásia. Procurámos as mais importantes cidades da Ásia e decidimos que Seul era o local perfeito para o nosso projecto”, explica Tomaso Galli, director de relações externas do grupo Prada.

domingo, 19 de abril de 2009

07 DE MAIO DE 2009: EXPOSIÇÃO DOS EDITORIAIS - 2009

FOTO DE DANIEL MALVA
MODOS DA MODA - Exposição de editoriais de moda inspirados no cinema - abertura dia 07 de maio de 2009, 21h.

A exposição entra em cartaz dia 07 de maio, na Reserva Cultural, com uma seleção das melhores fotos dos ensaios fotográficos produzidos por alunos de cursos de Gestão e Criação em Moda da UNIFMU.
A Coordenação do curso de Moda é da Professora Romy Tutia.

Estudantes e profissionais da área de Moda se unem para trazer a público este material fotográfico, resultante dos estudos e pesquisas da disciplina Produção de Moda ministrada pela professora e curadora convidada Jô Souza. O universo do cinema foi escolhido por seu imenso e diversificado repertório de imagens, símbolos e idéias.

A exposição tem como objetivo trazer visibilidade à qualidade dos trabalhos executados pelos alunos e salientar a importância da mídia editorial para a área da Moda, meio este que vem se destacando como ferramenta de comunicação de diversas marcas do setor.
A Reserva Cultural, que abriga a exposição, é reconhecida como espaço de cinema e integração social, oferecendo a seus freqüentadores uma programação alternativa de alto nível.

A exposição estará à mostra do dia 07 de maio a 29 de maio de 2009, das 10h00 às 23h00, gratuitamente.
O espaço se localiza em São Paulo, na Avenida Paulista, 900, entre as estações Trianon-Masp e Brigadeiro do metrô.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Nas passarelas do cinema

CAROLINA VASONE
Editora de UOL Estilo Diretora do respeitado Studio Berçot, escola de moda parisiense por onde já passaram Azzedine Alaïa, Martine Sitbon e brasileiros como Gloria Coelho e Reinaldo Lourenço, Marie Rucki deu início, na última segunda (13), a mais uma série de palestras e workshops em São Paulo. Trazida pela Escola São Paulo pela terceira vez à capital paulista (ela já visitou o Brasil em outras ocasiões), desta vez o tema de parte das cinco conversas com a francesa é a relação entre moda e cinema. Assunto que, já na introdução de seu discurso, rendeu frase de deixar fashionistas e cinéfilos apaixonados de cabelos em pé. "A moda, se formos analisar, é como o cinema: não é nada", disse, com a tranquilidade de quem já assimilou a polêmica como fato. A francesa Marie Ruckie, diretora do Studio Berçot de Paris, e o jornalista Fabrice Paineau, em palestra no shopping Iguatemi (SP), nesta segunda (13)O que madame Rucki quis dizer com isso? Talvez, dentro de um contexto contemporâneo em que o supérfluo deva ser deixado de lado, que as duas artes (outra afirmação passível de muita discussão: moda também é arte?), no final das contas, sejam reduzidas a uma importância menor. Ou ainda que o "nada" ao qual ela se refere tenha relação com a grande "invenção", com a essência irreal, de fantasia, que ambos os fenômenos culturais possam suscitar. Mas a diretora do Berçot deixa a frase no ar, para, depois de bater, assoprar com outra declaração. "O cinema é uma forma de arte. Através do excesso, a moda se transformou numa forma de arte", afirma, agora referindo-se à possibilidade da moda ser vista como arte a partir do momento em que deixa seu viés funcional (o de vestir as pessoas) de lado. Durante as duas horas de palestra, divididas com o jornalista francês Fabrice Paineau, professor do Berçot, Marie Rucki levantou muitas questões, com frases que provocam reflexão ("A moda pela moda acabou" ou "O look é a roupa, o estilo é o físico") mas que, talvez por conta do tempo limitado, acabaram não sendo desenvolvidas ou mais aprofundadas. Depois da abertura em que Rucki salientou a conexão entre moda e cinema por meio dos figurinos das produções cinematográficas que invariavelmente são influenciadas (mesmo quando se trata de uma história de época) pelo espírito do vestir e os tipos físicos das atrizes do período, Fabrice Paineau apresentou uma série de imagens de figurinos em filmes clássicos e/ou em atrizes ícones do cinema mundial (Marlene Dietrich, Joan Crawford) com comentários sobre as peças e algumas conexões com estilistas atuais como Marc Jacobs e John Galliano. A importância de figurinistas como Adrian e Edith Head foi salientada. As três versões cinematográficas de "Maria Antonieta", incluindo a última de Sofia Coppola, serviram de exemplo para Marie Rucki mostrar como a época em que o filme é feito pode influenciar em seu resultado final. Com exceção da versão de Coppola, de 2006, as outras (a de Jean Delannoy, de 1956 e a de W.S. Dyke, de 1938) não tiveram seus anos de estréia mencionados, assim como os outros filmes citados, caso de "Salomé" (1923), com figurino assinado por Natasha Rambova, que criou um vestido cujo desenho da estampa é igual ao usado recentemente por Marc Jacobs. Acabou faltando também contextualizar o período de importância do americano Adrian e da francesa Edith Head (o primeiro nos anos 30 e 40, a segunda mais ou menos dos 30 aos 60. Saiba mais sobre os dois no texto de Mario Mendes para a Folha de S.Paulo).

Em clima de bate-papo entre os dois importantes personagens da moda francesa, a palestra da segunda ganhará desdobramento nesta terça quando, às 19h30, a dupla aborda o tema "O cinema como parte integrante do sistema de moda".
A moda é como o cinema: não é nada", diz francesa Marie Rucki em palestra. Novos filmes, como “Maria Antonieta”, ressaltam a importância da relação do cinema com a moda
texto Mario Mendes
fotos Divulgação
Cinema e moda é um casamento dos mais felizes no universo pop. Enquanto estilistas bebem na fonte de Hollywood e adjacências para turbinar suas passarelas, filmes visitam os salões da moda para contar suas histórias. Este ano os dois planetas se encontram em tela grande na comédia do verão americano “O Diabo Veste Prada” e em “Maria Antonieta”, de Sofia Coppola. O cinema brasileiro aproveita a onda e vai de “Zuzu Angel”, sobre a estilista mineira que se engajou politicamente depois do assassinato de seu filho pela ditadura militar.Assim como a moda tem seu panteão de deuses, o figurino de cinema também possui seus eleitos. São os mestres do guarda-roupa, capazes de estabelecer mitos e imprimir imagens antológicas. A seguir, cinco nomes, do cinema mudo até hoje, que se destacam não só como colaboradores de grandes cineastas, mas como criadores de momentos clássicos e looks que todo mundo um dia quis copiar.O costureiro: Adrian (1903-1959)Mais do que simples roupas de cena, o americano Adrian era célebre por criar elaborados trajes de gala (“gowns by Adrian” era como costumava ser creditado) que ajudaram a forjar mitos como Katherine Hepburn, Joan Crawford, Jean Harlow, Norma Shearer e, sua favorita entre todas, Greta Garbo. Por isso, foi o maior figurinista dos anos dourados de Hollywood.Nos anos 20, Adrian estudou design em Nova York e artes plásticas em Paris, onde tomou contato com o mundo da moda. Suas principais armas eram um aguçado senso de estilo, talento para a modelagem com materiais nobres e profundo conhecimento da silhueta feminina. O que seus colegas procuravam disfarçar, ele acentuava. Assim, envelopou a mignon Jean Harlow em longos vestidos fluidos de cetim brilhante, transformando-a na Vênus platinada. E nunca evitou exageros (golas de pele, crinolinas com babados e trajes masculinos) para vestir a deusa de 1,75m Greta Garbo, em todos os filmes.Seu reinado terminou com os orçamentos minguados e os filmes menos luxuosos da Segunda Guerra. Durante dez anos, de 1942 a 1952, teve sua própria butique em Beverly Hills, até que um ataque cardíaco o fez mudar-se com a mulher, a atriz Janet Gaynor, e o filho para o Brasil, onde viveu até ser convocado pela Broadway para vestir o musical “Camelot”. Infelizmente, o coração falhou novamente e ele saiu de cena em 1959, sem nunca ter recebido um Oscar. Além dos filmes de Garbo, seus grandes momentos incluem “Maria Antonieta” (1938), “O Mágico de Oz” (1939), “The Women” (1940) e “Festim Diabólico” (1948).A superstar: Edith Head (1897-1981)Edith Head impressiona pelos números: mais de 500 filmes (ela dizia ter assinado 1.000), 35 indicações ao Oscar, 8 estatuetas e o vestido mais caro de Hollywood. E tudo começou com um blefe. Em 1927, a professora de francês num colégio feminino se apresentou para um cargo no departamento de figurinos dos estúdios Paramount. Não sabia desenhar nem costurar, mas levava uma pasta com croquis feitos por suas alunas. Foi contratada no ato e revelou-se tão dedicada e profissional que assumiu como figurinista-chefe até 1967!Seu primeiro gol foi o sarongue de Dorothy Lamour, em “The Jungle Princess” (1936), copiado no mundo inteiro. Depois veio o vestido com cauda de vison (US$ 50 mil no câmbio de 1943) para Ginger Rogers no musical “Lady in the Dark”. Mais tarde, os figurinos de “A Malvada” (1950), que lhe rendeu um de seus Oscars. Para ter crédito no chique de Audrey Hepburn, assinou sem a menor cerimônia os vestidos feitos por Givenchy, em Paris, para “Sabrina” (1954), e ganhou outro Oscar.Dona de um estilo sóbrio, soberbamente fotografado em technicolor, sua melhor vitrine ainda são os filmes de Hitchcock dos anos 50 e 60: “Janela Indiscreta”, “Um Corpo que Cai”, seu favorito, “Ladrão de Casaca” e “Os Pássaros”. Nos anos 2000 ressuscitou como estampa de selo dos correios do EUA e inspiração para a impagável Edna Moda, do filme de animação “Os Incríveis” (2004).Il maestro: Piero Tosi (1927)Uma unanimidade tanto entre colegas de métier quanto entre fashion designers. Valentino e Giorgio Armani mais de uma vez renderam homenagem ao figurinista que eles chamam de “maestro”. Trabalhando com os três grandes do cinema italiano -Visconti, Fellini e Pasolini-, Piero Tosi revelou talento inigualável para recriar figurinos de época com precisão histórica. O guarda-roupa de “Medéia” (1969), de Pasolini, e “Satyricon” (1969), de Fellini, são algumas de suas criações célebres.Mas foi nos filmes de Visconti -com quem estreou no cinema em “Belíssima” (1951)- que Tosi deixou sua maior e melhor marca. Foi ele quem criou os figurinos de “O Leopardo” (1963). Somente o vestido branco de Claudia Cardinale, na seqüência do baile, já vale a visita. A mesma grandiosidade surge no retrato belle époque de “Morte em Veneza” (1961) e na delirante corte de “Ludwig - A Paixão de um Rei” (1972). Igualmente brilhantes são suas incursões no século 20, como em “Matrimônio à Italiana” (1964), “Arabella” (1967), “O Porteiro da Noite” (1974) e na série “A Gaiola das Loucas” (1978-1985).A rainha punk: Milena CanoneroNa Londres do futuro imaginada por Stanley Kubrick em “Laranja Mecânica” (1971), um grupo de jovens arruaceiros vestem-se com velhas roupas brancas, suspensórios, abotoaduras em forma de globo ocular ensangüentado, coturnos e chapéu coco. Tudo obra da italiana Milena Canonero, em sua primeira incursão como figurinista de cinema.Ela praticamente antecipou o punk em cinco anos e na cor errada - punks amam o preto. Em seguida, Kubrick a enviou em uma viagem pelo século 18. Durante dois anos Milena freqüentou leilões de roupas da época e estudou a pintura do período - principalmente Gainsborough - para conceber “Barry Lyndon” (1975), um dos mais bem vestidos filmes de época de todos os tempos.Foi seu primeiro Oscar (dividido com a assistente Ulla-Britt Söderlund). O segundo veio em 1981, com “Carruagens de Fogo”. Agora ela assina o filme fashion da temporada, “Maria Antonieta”, de Sofia Coppola. A fita foi mal recebida no Festival de Cannes, mas ninguém reclamou dos modelitos da rainha adolescente correndo por Versalhes ao som do New Order.Glam rock: Sandy Powell (1960)Uma verdadeira rebelde, Sandy Powell acha a moda um tédio “porque são apenas roupas”. Sua estréia no cinema foi com o alternativo Derek Jarman em “Caravaggio” (1986), mas chamou atenção mesmo com “Orlando” (1982), viajando da Inglaterra elizabetana aos anos 20 sem perder a batida rock’n’roll da versão de Sally Potter para o clássico de Virginia Wolf.Depois repetiu a dose “túnel do tempo” em “Entrevista com o Vampiro” (1994). Recebeu indicações para o Oscar com a Londres vitoriana de “Nas Asas da Paixão” (1997) e a cena glam rock de “Velvet Goldmine” (1998). Mas ganhou mesmo com “Shakespeare Apaixonado” (1998) e “O Aviador” (2004), onde refez um Adrian para Jean Harlow (Gwen Stefani) em cetim, vison branco e orquídeas. Não podemos esquecer também a ousada bandida de Cameron Diaz em “Gangues de Nova York” (2002), que mistura Japão (quimono), França (corselet) e Espanha (xale de franjas) no mesmo modelito, quando serve de alvo para um atirador de facas. Bravo!
Divulgado o trailer do novo filme de Lars Von Trier - Anticristo O novo filme do grande diretor dinamarques Lars Von Trier, “Anticristo” tem no elenco Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg. Eles são um casal que se muda para uma cabana isolada após a morte de seu único filho, até que coisas estranhas e obscuras começam a acontecer. Esse é o primeiro filme de terror de Von Trier e será exibido no Festival de Cannes 2009. Pela primeira vez Lars Von Trier faz um filme com apenas 90 minutos de duração e totalmente falado em inglês. Segue o link com o Trailer e site oficial de Anticristo que tem estréia prevista no Brasil para Agosto desse ano. http://www.antichristthemovie.com/?language=en

domingo, 29 de março de 2009

Audrey Tatou em cena do curta do Chanel No. 5


Não tem Rodrigo Santoro nem Nicole Kidman, mas o time promete: Audrey Tautou (que também faz o papel de Coco Chanel em “Coco Avant Chanel”) e o diretor Jean-Pierre Jeunet (de “O Fabuloso Destino de Amelie Poulain”), mais Travis Davenport (que já foi o rosto da Polo Ralph Lauren), Billie Holiday na trilha sonora (”I’m a Fool to Want You”) e o trem Orient Express fazendo a rota Paris - Istambul. Foram 250 pessoas na equipe filmando durante 3 semanas em maio de 2008 em diversas locações, para ter como resultado… 2 minutos e 25 segundos de comercial do Chanel No. 5, que estreia na web em 05/05.


Não é à toa: exatamente nesse dia, há 88 anos, Coco começava a vender o icônico No. 5. Até hoje, ele é o perfume que mais vende no mundo - é um produto da linha comprado a cada seis segundos, segundo a maison!


Para a TV, foram produzidas versões de 60, 45 e 30 segundos, que continuam investindo no roteiro de paixão à primeira vista. Promete ser maravilhoso, como o anterior, com Nicole e Santoro (de 2004). Vai ter teaser, para os mais ansiosos, ainda em abril, no site chaneln5.com ainda em abril.

sábado, 21 de março de 2009

MODA E CINEMA: SOFIA COPPOLA E VUITTON

Inspirado no filme clássico francês : O balão Vermelho, a diretora Sophia Coppola dirigiu a nova campanha do perfume Miss Dior Chérie. Quem já viu o filme...vai peceber que na moda repertório faz a difença!

Dá uma olhada http://www.youtube.com/watch?v=0oWGD5yYS9g
A cineasta Sofia Coppola que ficou mais conhecida depois do filme : Maria Antonieta ( Oscar de figurino em 2007), desenvolveu uma coleção para empresa de Louis Vuitton.



Depois de ter protagonizado com o seu pai a campanha Verão 2008 da Louis Vuitton, assinada por Annie Leibovitz, Sofia Coppola desenvolveu uma elegante e sóbria colecção de malas e sapatos para a casa francesa, denominada SC.


As peças estão disponíveis em várias cores e materiais (camurça, pele, tela monograma) e Sofia Coppola revela as suas preferidas: “Gosto particularmente do saco em pele azul-marinho e o do saco em camurça cinzenta, assim como da pequena bolsa em camurça preta e dos sapatos a combinar”. A colecção SC estará à venda nas lojas Louis Vuitton a partir do dia 9 de Março, com preços a variar entre 800 euros (bolsa em tela Monograma) e 2800 euros (saco em pele).


terça-feira, 17 de março de 2009

CHE: O FILME ESTRÉIA NO BRASIL EM CIRCUITO COMERCIAL

Che e Cuba como fontes de inspiração nas passarelas...
Adriana Lima com Che
Che é pop, é fashion...tudo que ele não queria ser. Mas, continua ditando comportamento.
Viva ao capitalismo selvagem...

Nova proposta de Fitzpatrick, de temática orgânica
Cigarros de um Che já literalmente invertido
Madonna contra a doutrina Bush em American Life, 2003

Os polêmicos biquinis da Cia. Marítima, SS02/03, no derrière de la Bundchen (AFP)

Pop art, Andy Warhol, 1962

O filme: Che protagonizado por Benicio del Toro


Caráter, firmeza, estoicismo e determinação" (Guerrillero Heroico, Korda, 1960).
“No momento em que for necessário, estarei disposto a entregar a minha vida pela liberdade de qualquer um dos países da América Latina, sem pedir nada a ninguém…”Che Guevara

domingo, 1 de março de 2009

"Quando Paris Alucina"

Quando Paris Alucina" - Audrey Hepburn e William Holden
Dia 07/03/09 - Shopping Market Place
18:00 horas - exbição do filme "Quando Paris Alucina" - Audrey Hepburn e William Holden

19:00 horas - Diálogo entre cinema e moda
A partir do filme Quando Paris Alucina (1964), Dhora Costa - designer em moda e Juan Guillermo Droguett - crítico e escritor em cinema, dialogam sobre o protagonismo de Audrey Hepburn, considerada a atriz mais bonita na história do cinema.

EM 2011

EM 2011