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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

O Curioso Caso de Benjamin Button

Em busca do tempo...vivido ...
"A vida seria infinitamente mais feliz se pudéssemos nascer aos 80 anos e gradualmente chegar aos 18". Mark Twain
Férias doces Férias...entre pipocas e lágrimas...muitos questionamentos à respeito do tempo, da vida...das relações. O filme : O Curioso Caso de Benjamin Button é indipensavel para quem ver e crer que as imagens tocam, as imagens são palavras...eu indico! ( Estréia: 16 de janeiro de 2009)
O filme é adaptação do romance de 1920 de F. Scott Fitzgerald sobre um homem que nasce com oitenta e poucos anos e rejuvenesce a cada dia que passa. Um homem, como qualquer um de nós, que não pode parar o tempo. A partir da Nova Orleans do final da I Guerra Mundial, em 1918, adentrando o século XXI, o filme percorre uma jornada tão incomum quanto pode ser a da vida de qualquer pessoa, através da grandiosa história de um homem nem tão comum assim, das pessoas e lugares que ele descobre ao longo do caminho, dos amores que encontra, dos que perde, das alegrias da vida e das tristezas da morte e do que permanece além do tempo.
O Curioso Caso de Benjamin Button é estrelado por Brad Pitt, Cate Blanchett, Taraji P. Henson, Julia Ormond, Jason Flemyng, Elias Koteas e Tilda Swinton. David Fincher é o diretor.
Os trajes do filme eram os do momento, porém estilizados. A figurinista Jacqueline West encontrou-se antes com Burt e Zolfo para garantir a simetria do trabalho. "David cria como um pintor", diz West. "Uma vez, quando caminhava sobre o cenário de trilhos, aquilo me pareceu uma pintura de Caillebotte. Então, fui a Caillebotte e aos outros primeiros impressionistas buscar inspiração – Edouard Manet, Toulouse Lautrec, Courbet. Eu simplesmente sabia que a partir do momento em que compreendesse a bela sensibilidade de Don Burt, qualquer cor que colocasse da minha palheta, que era bem escura e turva, funcionaria bem".
Para o guarda-roupa de Queenie durante os primeiros anos de vida de Benjamin Button, West foi à época da Grande Depressão e buscou inspiração nos fotógrafos das WPA e FSA (N.T.: agências do governo americano para criar empregos urbanos e rurais nos anos 1930). "Queenie é uma mulher pobre com muita personalidade, portanto eu queria que suas roupas refletissem esse caráter", destaca. "Também percebi que a maior parte de suas roupas deveria ser de segunda mão, das senhoras idosas que viveram e morreram em Nolan House. Essas mulheres provavelmente pararam de fazer compras vinte anos antes. Assim, eu a puxei um pouco para trás no tempo". Em contraste, Daisy usava sempre a moda de vanguarda e as roupas de balé da época. Para vestir Daisy, West tomou como referência George Balanchine – coreógrafo pioneiro de dança e sua mulher e musa, Tanaquil LeClercq – inspiração que a própria Blanchett explorou. "Observei os movimentos de dança que influenciaram a juventude de Daisy", explica Blanchett. "George Balanchine e Tanaquil LeClercq foram de particular interesse para mim.""Blanchett tornou-se uma bailarina com os acessórios. Ela me fazia lembrar as fotos que havia visto de LeClercq – a linguagem do corpo, os maneirismos e o conflito interno", diz West. LeClercq lembrava os desenhos de Claire McCardell, uma das maiores designers americanas dos anos 1940/1950, a quem é creditada a invenção do American Look. West inspirou-se em McCardell para um dos mais memoráveis figurinos de Daisy, o vestido vermelho todo solto que usa em seu encontro com Benjamin. "Jackie foi definitivamente minha parceira no crime", conta Blanchett. "Adorei cada alinhavo, cada botão. Ela me apresentou Claire McCardell e as provas de roupa eram uma revelação. Como fui abençoada!"Para vestir Benjamin Button ao longo de sua vida, West tomou como referência ícones do século XX. "Gary Cooper nos anos 1940; Marlon Brando nos anos 1950 e Steve McQueen nos anos 1960. Eles foram grandes inspirações, e Brad tem o mesmo tipo de carisma, portanto eu sabia que ele usaria com sucesso aqueles visuais", diz. Outro elemento físico a favor de Pitt foram as técnicas digitais que facilitaram seu desempenho como Benjamin, da juventude até ficar idoso. Eric Barba, supervisor de efeitos visuais, colaborador de Fincher há tempos, observa: "David me disse desde o início 'Brad deve conduzir a atuação do início ao fim'.

Benjamin é o núcleo emocional do filme e está claramente presente, mesmo quando isso parece impossível. Esse era o nosso desafio com os efeitos". Barba trabalhou em conjunto com Greg Cannom – vencedor do Oscar® de Melhor Maquiagem Especial –, que criou órgãos protéticos para realçar o envelhecimento e o rejuvenescimento ao longo do filme. O detalhe mereceu atenção sutil, porém meticulosa num sentido mais geral, que se estendeu à cinematografia digital do filme. "O estilo de filmar de David neste filme utiliza uma lógica do que David Lean exemplificou com épicos envolventes que capturam uma percepção de lugar e tempo", diz Marshall. "A pungência emocional do filme chega ao seu ápice com o uso que David faz da câmera como observador. Ele quer que você se envolva com o estudo do personagem, então o trabalho de câmera se torna mais elaborado e calmo. Não é um filme que requer cortes rápidos e movimentos de câmera frenéticos e viscerais."
Em cartaz na cidade
Figurinista JACQUELINE WEST
Concorre em 13 categorias no Oscar

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EM 2011

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